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LUCÍLIA RAIMUNDO

BIO

Lucília Raimundo é intérprete/criadora, formada em Actores/Encenadores, na Escola Superior de Teatro e Cinema. A sua formação iniciou-se em Coimbra, quando frequentava o Curso de Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses, no CITAC (Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra). Desde 2001 foi intérprete (teatro e movimento/dança), encenou, fez assistência de encenação, dirigiu movimento e deu formação em expressão dramática e corporal. Tem colaborado enquanto performer com alguns videastas. No cinema tem tido participações em filmes de curta metragem, entre os quais destaca YULIA, de André Marques, em 2015. Mais recentemente teve algumas participações no pequeno ecrã (Única Mulher, A Impostora, Madre Paula) e neste momento integra o elenco de Um Animal Amarelo, um filme de Felipe Bragança ainda em rodagem.

Entre outros, trabalhou sob a direcção e em co-criação com Madalena Victorino – Lembranças (2005), Vale (prémio SPA 2009 – Melhor Coreografia); Rogério de Carvalho – Os Negros, de Genet (2006); João Miguel Rodrigues pelo Teatro de Inverno Flashblack(2006); Ana Luísa Guimarães – Dúvida, de Jonh Patrick Shanley (2007); António  Simão pelo Teatro de Inverno – Casas (2008); Inês Barahona – A Verdadeira História do Teatro (2012); Vera Alvelos – Estrada Esfomeada (2013), O Baile dos Pirilampos (2015); João Grosso – Desmesura (2013); Catarina Requeijo – Isto É Uma Viagem (2016). Pelas Comédias do Minho com Tânia Almeida – Casa Grande (2011) e Chuva (2014) – e com Gonçalo Fonseca – Uivo (2014).

A solo, dirigiu e interpretou Fluído Revelador (2008), Regressar Leva Sempre Muito Tempo (apoio pontual DGArtes), solo transdisciplinar a partir de O Inominável de Samuel Beckett (2013.) Em 2016, em regime site specific, criou Gineceus para a Ignição do Gerador e para o museu Marítimo de Ílhavo Avenida da Saudade-Caminho do Mar. No âmbito do Ciclo Dramaturgia Viva, do Teatro Nacional D. Maria II, encenou a leitura de Seiva- A Sobrevivência dos Cactos texto da sua autoria, em 2010.