O Gil encontrou-se na esquina com a escritora Raquel Ochoa, autora do sétimo capítulo do nosso romance colectivo na Revista Gerador #7. 

Qual é a tua memória mais antiga?

O meu pai tinha um peugeot 504 que estava sempre a avariar e, consequentemente, lá tinha da família toda sair e empurrá-lo. Lembro-me de muito pequena, 3, 4 anos achar que a minha ajuda era fundamental.

O que é uma ideia?

É um movimento, um movimento que se pode materializar.

Qual foi a última vez que testemunhaste algo de transcendente?

Quase todos os dias tenho momentos desses, continuo a surpreender-me com a beleza de certos céus, a certas  horas, por exemplo. Mas o último deve ter sido ao sobrevoar o Bósforo ao pôr do Sol, Instabul totalmente encarnada, incendiada.

O que é que queres ser quando fores grande?

Ainda não sei…
Entrevista por Gil Sousa
Fotografia por Fernando Dinis