Os CATO são uma banda de originais totalmente cantados na língua de Camões nascidos em Sever do Vouga. Corria o ano de 2015 quando quatro bons rapazes decidiram rumar aos originais influenciado por tudo e mais alguma coisa e ao mesmo tempo por nada.  Marcados por um som característico e único, dão ao rock alternativo uma melodia melancólica e arrasta que rebenta numa euforia descontrolada a nível sonoro dançada de todas as formas humanamente possíveis. Conhece aqui as suas inspirações:

Mesclado por CATO (João Mota, Fábio Magalhães, João Rodrigues, Fábio Matos).

Tanque – Ornatos Violeta
Ter 9 ou 10 anos e meter o “Monstro Precisa de Amigos” a rolar na aparelhagem da irmã, era a primeira faixa do álbum, em primeiro ficar espantado pela maquinaria e logo depois levar um estalo musical com os primeiros e pesados acordes da música – lindo. Mais tarde rever-se logo no primeiro verso da musica que reza, “estranha forma de acordar, que é estar pronto para dormir…” – história da minha vida.

Mellotron – José Cid
Esta uma descoberta mais recente de tempos mais longincos e só me leva a pensar, “bons cogumelos!”. 

Visões Ficções – António Variações
A letra que faz pensar, a malha que faz reagir.

Capitão Fausto – A Verdade
Esta cantiga tem uma frase que diz muita coisa em poucas palavras: “A verdade é que a verdade nem sempre é verdade e que o mundo ainda tem de crescer” … E tem de crescer em muitos e variados aspetos tanto na forma de pensar como na forma de agir.

PAUS – Mudo e Surdo
A malha é potente em todos os aspetos. É só curtir da maneira certa.

Dead Combo – Esse Olhar Que Era Só Teu 
Dos melhores concertos que tive oportunidade de ver. Estes senhores fizeram-me viajar pelo instrumental e pela magia que é dizer tanto sem dizer nada.  

Linda Martini – Lição de voo Nº1
Foram a primeira banda portuguesa a provocar em mim uma reação mais emotiva ao som, quer pela intensidade dos instrumentos como pelo pesar das letras.

Taxi – Cairo
Não bater o pé é praticamente impossível, foi uma musica feita para dançar, além de extremamente inovadora, tendo em conta o contexto da musica nacional na altura, representa o que criar musica original deve representar, algo novo e diferente. 

Valete –  Anti Herói
Escolhi esta música porque é um abre olhos. A mim, que abri tarde os olhos para a música portuguesa e para muitos estilos de música e ainda mais tarde para o rap, depois de uma pré adolescência a ouvir exclusivamente rock britânico. O resto é óbvio. 

Riding Pânico – E se a bela for o monstro
É só fechar os olhos… e resistir a abrir quando bate o som.