Esta banda de Torres Novas não toca só com o polegar. Dizem-se tímidos e de poucas palavras, porque vale sempre mais a pena cantar. Lançaram, em 2016, o  EP “Assalto à residência”, que podes ouvir aqui! :)

Mesclado por Os Polegar

Heróis do mar – Alegria

As poucas palavras ditas nesta bela canção chegam e sobram por tudo o que ela nos dá: Alegria, por tudo o que estes Heróis nos deram.

Pontos Negros – Amor, é só Febre

A ingenuidade do amor, quem nunca a sofreu? O início desta canção dá vontade de trautear até ao fim. E depois ouvir em loop.

Os Golpes – Marcha dos Golpes

Que todas as marchas fossem como esta. Um altar do Roque feito em Português, em Portugal. “A vida corre inteira pelas nossas mãos…”, impossível de não cantar a plenos pulmões.

B Fachada – Não pratico habilidades

Um hino ao Homem que se tenta ajeitar. Afinal, não é o que tentamos todos?

(É também a primeira canção que o Tiago Cordeiro ouviu do “Tio B”, depois não quis outra cousa).

Capitães da Areia – Partida para o espaço

“Que *#€% de som!” Impossível de manter o pé assente no solo, impossível de não gritar que queremos todos pão com marmelada. Até para nós, detestantes fervorosos de geleias.

Flamingos – Souvenir

Pena não terem muitos mais sons para escuta, esperamos que se juntem e considerem. O Rui Nunes diz que é, desde que reside em Lisboa, a sua canção de eleição em todas as viagens metropolitanas. Dá-lhes toda uma nova roupagem.

Samuel Úria – Triunvirato

Podíamos ter escolhido toda a discografia deste senhor. Podíamos ter escolhido toda a discografia de Miguel Araújo. Podíamos ter escolhido toda a discografia de António Zambujo. Por isso fica aqui esta beleza, em jeito de sinopse.

Asterisco Cardinal Bomba Caveira – Estrada de Damasco

Episódio Bíblico, pesquisai. Crentes ou não, deu uma bela canção, cheia de significado e poder.

Capitão Fausto – A criança mais velha do mundo

Outro caso em que podíamos perfeitamente escolher qualquer uma do repertório dos Capitão Fausto. Mas, como penso que todas elas dispensam apresentações, escolhemos uma malha mais “vintage”. E que malha.

Luís Severo – Amor e Verdade

A sinceridade e estética faz nos sorrir assim que a pomos a tocar. Achamos que é uma bela canção de amor, logo nessa língua tão difícil de não tornar foleira e repetitiva. Belo álbum, num aparte.