O nosso código genético

uma plataforma de ação e comunicação para a cultura portuguesa

O Gerador existe porque tem de ser. E porque perseguimos cinco ideias que queremos deixar bem vincadas na sociedade portuguesa.

Lembrar

todos de que a cultura é identidade e, por isso, é composta por arte, literatura, cinema ou teatro, mas também por banda desenhada, gastronomia, ofícios ou costumes populares.

Sublinhar

que a cultura está em todas as ruas e em todas as casas, sem diferença entre o norte e o sul, o interior ou o litoral, as metrópoles ou as aldeias.

Destacar

quem produz e divulga a cultura portuguesa, seja artista plástico, artesão, músico, chef, graffiter, futebolista, cientista, encenador ou CEO.

Criar e Produzir

iniciativas para a cultura portuguesa a que todos possam aceder e nas quais todos possam participar, afastando a ideia da cultura difícil, complexa e longínqua.

Inspirar

as pessoas a serem mais participativas, mais disruptivas e a pensarem diferente no seu dia-a-dia profissional, afectivo e de ócio.

 

 

Qual é o nosso Tom?

Apesar de não nos levarmos muito a sério, estabelecemos uma série de normas que tentamos, sempre, cumprir com rigor.
E chamámos-lhe o nosso tom:

O Gerador será descontraído, embora profissional, provocador, embora respeitador, com humor, embora possa falar de assuntos sérios.

O Gerador quer ser próximo das pessoas, porém alheado das convenções do dia-a-dia e revelador de tendências criativas e originais.

O Gerador não se pretende assumir como um projecto de promoção da cultura inacessível, elitista e longínqua.

O Gerador não será promotor de ideologias políticas e respeitará qualquer credo, raça e orientação sexual.

Os Autores Geradores são totalmente livres de criar as suas intervenções, mas estarão vinculados, à partida, a este tom.

Alguns dos textos que escrevemos estão escritos de acordo com o novo acordo ortográfico, outros não.

 

Créditos: foto por Ken Treloar através de Unsplash