Desde os primeiros dias do Gerador que desejamos criar uma ferramenta que pudesse apoiar livremente os autores, agentes culturais e líderes políticos e empresariais nas decisões relacionadas com as estratégias culturais.

Para responder a estas e muitas outras questões, o Gerador convidou a Qmetrics, uma empresa de referência na área dos estudos de mercado em Portugal, a aceitar o desafio de materializar o estudo mais ambicioso de sempre no nosso país nesta área.

Um estudo anual, robusto, com mais de 1.200 entrevistas representativas da população portuguesa, e que tem sempre a flexibilidade de se adaptar aos temas relevantes da sociedade e da cultura. Foi o caso da edição de 2020, em que analisámos profundamente as consequências da pandemia e os cenários de resposta dos portugueses ao consumo futuro de atividades culturais.

COMO TEMOS O BARÓMETRO ORGANIZADO

A imensa matéria-prima gerada por mais de 30 grandes perguntas mandatou-nos para encontrarmos um modelo de sistematização da informação em 9 grandes secções.

Relação das pessoas com o Covid-19

Seria impossível fazer um estudo este ano que não analisasse a situação extraordinária em que vivemos. Sentimos que, antes de percebermos as repercussões destes dias na cultura, precisaríamos, primeiro, de apurar um conjunto de dados sobre a perceção global das pessoas em relação ao novo coronavírus.

Nesta seção analisamos o estado de espírito dos portugueses, a influência do Covid-19 na situação profissional e a opinião genérica sobre as medidas implementadas pelo estado.

Consequências globais do Covid-19 na cultura

Por todo o estudo veremos as repercussões do vírus nas atividades culturais, nomeadamente na dimensão do consumo. Quisemos, no entanto, obter um testemunho mais abstrato sobre a cultura enquanto um todo, criando cenários e hipóteses que nos forneçam pistas para o futuro.

Nesta seção analisamos a reação das pessoas ao comportamento do estado perante a cultura. E percebemos a forma como a população responde a um conjunto de cenários futuros que permitem obter informação valiosa sobre a disponibilidade para ir a eventos, a quem cabe a responsabilidade garantir a segurança na realização de iniciativas culturais e à vontade de fazer deslocações dentro e fora do país.

Informação e Jornalismo

Numa altura em que muito se tem discutido a credibilidade da informação, principalmente pela existência de uma maior difusão de fontes usadas pelas pessoas, julgámos pertinente entender de que forma a população obtém os seus conhecimentos.

Nesta seção analisamos quais os meios que são utilizados para recolher informação, com diferentes perspetivas relacionadas com segmentos específicos, e o número de minutos que as pessoas consomem televisão, redes sociais e outras páginas de internet.

A cultura e a sociedade

Perceber de que forma as pessoas olham para o papel da cultura na sociedade é algo que iremos sempre pesquisar ao longo de todos os anos. Por isso, decidimos manter as mesmas questões realizadas o ano passado, de forma a aferirmos eventuais evoluções ou regressões.

Nesta seção analisamos a importância da cultura para a sociedade, em comparação com outros sectores fundamentais, e questionamos os portugueses sobre quais as áreas que mais relacionam com a cultura.

A cultura e o indivíduo

Se exploramos a maneira como os portugueses olham para a cultura enquanto sociedade, também nos propomos averiguar como cada um deles reflete sobre a importância da cultura na sua vida particular. Nesta seção analisamos como a cultura está presente no dia-a--dia dos portugueses. Matamos a curiosidade sobre quem está profissionalmente ligado à cultura e quem tem uma atividade de lazer de âmbito cultural.

A cultura e a economia

Habitualmente todos tendemos a procurar avaliar a saúde dos investimentos culturais através do papel do estado central e local.
Nós acreditamos, no entanto, que à esfera privada cabe, também, a responsabilidade de investir na cultura do país em que se insere. Nesta seção analisamos a opinião da população portuguesa em relação ao investimento que mais de 20 marcas fazem na cultura, através da avaliação do Índice de Investimento Cultural de entidades dos principais sectores nacionais. E ainda percebemos a relação com as compras através da internet neste período.

Consumo de cultura

Fomos procurar entender de que maneira tem sido feito o consumo cultural atualmente e estabelecemos comparações com os consumos apurados em 2019. Obtemos, ainda, informação preciosa sobre a disponibilidade para consumir cultura no futuro e de que forma. Nesta seção analisamos o consumo de filmes, espetáculos de teatro, livros, concertos e visitas virtuais e exploramos a probabilidade de consumir mais cultura e as razões para não o fazer.

Escolaridade: dimensão crítica para a cultura

Desde o ano passado que concluímos que não existe variável mais discriminatória no diagnóstico da importância e do consumo de cultura do que o nível de escolaridade das pessoas.
Nesta seção analisamos alguns dados relacionados com esta dimensão de forma mais particular. Pretendemos sublinhar a importância deste critério e prometemos continuar, até à próxima edição do Barómetro, a explorar este campo detalhadamente.

Referências culturais

Ter noção das preferências globais dos portugueses, ou da inexistência delas, em relação aos autores e artistas nacionais, pode ser uma importante contribuição para a avaliação do estado de saúde da cultura.
Nesta seção analisamos quais os atores, artistas musicais, artistas plásticos, escritores, realizadores e humoristas que os portugueses mais admiram.

Barómetro ao Milímetro

Análises saídas do Barómetro Gerador Qmetrics 2020 sobre o comportamento da cultura em Portugal

Barómetro ao Milímetro 24.Set.2020

Barómetro ao Milímetro: A relevância da escolaridade na valorização da cultura

No mês de regresso às aulas, pensámos que faria todo o sentido refletir acerca da importância da educação na relação entre as pessoas e a cultura. Os resultados da primeira…

Barómetro ao Milímetro 10.Set.2020

Barómetro ao Milímetro: Quem são as grandes referências culturais dos portugueses?

No Barómetro ao Milímetro da última quinzena, analisámos os hábitos de consumo de cinema dos portugueses e os realizadores que os mesmos destacam. Esta semana, vamos olhar também para as…

Barómetro ao Milímetro 27.Ago.2020

Barómetro ao Milímetro: O consumo de cinema durante o período de restrições

Na análise que fazemos esta semana ao Barómetro Gerador Qmetrics focamo-nos na relação dos portugueses com o cinema, nomeadamente com o cinema português. Como seria expectável, os filmes parecem ter…

Barómetro ao Milímetro 13.Ago.2020

Barómetro ao Milímetro: Televisão e redes sociais são os meios mais utilizados

A chegada da pandemia suscitou uma verdadeira corrida à informação, o que, por sua vez, fez também com que se intensificasse o já muito presente debate acerca da importância do…

Barómetro ao Milímetro 30.Jul.2020

Barómetro ao milímetro: Os meios de consumo de cultura durante e após as restrições

No último Barómetro ao Milímetro,  vimos como o nível de consumo de cultura dos portugueses não parece ter sofrido alterações drásticas durante o período de restrições à circulação, apesar do…

Barómetro ao Milímetro 19.Jul.2020

Barómetro ao Milímetro: A importância acrescida da cultura durante o período de restrições

Ao desenharmos o estudo Barómetro Gerador Qmetrics 2020, pareceu-nos inevitável que o mesmo se debruçasse sobre as repercussões da pandemia na sociedade, nomeadamente sobre as consequências da mesma na relação…

Ficha Técnica

Universo do estudo é constituído por indivíduos com idade igual ou superior a 15 anos, residentes em Portugal Continental e Ilhas. A Amostra, com 1.201 entrevistas validadas, foi estratificada por região, sexo e escalão etário, em Portugal Continental, e por Ilhas, e distribuída em cada estrato de acordo com a repartição da população alvo em cada estrato. As entrevistas foram realizadas de 20 de abril a 7 de maio de 2020, através de um questionário aplicado online utilizando o método CAWI (Computer Assisted Web Interview). Os resultados são apresentados com um nível de confiança de 95%. A margem de erro para a média na escala 1 a 10 é de 0,15 pontos e a margem de erro para a proporção é de 2,83 pontos percentuais.

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