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abril, 2020

01abr19:3021:00Destaque Conversas Centrais: o que significa a lusofonia hoje?Uma conversa com os artistas Batida, Luca Argel e Selma Uamusse

Quando

1 abril quarta-feira 19:30 - 1 abril quarta-feira 21:00

Detalhe do evento

As conversas habituais da Central Gerador, o espaço do Gerador no Lumiar, em Lisboa, fogem temporariamente de lá até ao nosso site. Mantendo a pertinência, continuaremos a abordar os temas centrais da cultura e sociedade mas agora online e no conforto de casa.

No dia 1 de Abril às 18h30 debatemos o tema: o que significa a lusofonia hoje? Numa altura em que muito se discute os prós e contras da existência da noção de lusofonia, quisemos perceber o que esta representa hoje. A partir deste mote juntamos nesta conversa os músicos Selma Uamusse, Luca Argel e Batida (Pedro Coquenão) que irão debater o conceito de lusofonia à luz dos dias de hoje, com especial atenção à sua influência nas artes e na cultura.

Todos os dias vamos ter momentos culturais no nosso site. Desde duetos em direto com artistas de áreas culturais diferentes, passando por conversas semanais ao vivo moderadas por um jornalista do Gerador, a leituras encenadas sempre às quintas-feiras, até a workshops de tudo o que pode ser útil para casa. Descobre aqui o nosso plano semanal.

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Oradores deste evento

  • Luca Argel

    Luca Argel

    Formado em música pela UNIRIO e mestre em Literatura pela Universidade do Porto. É vocalista e compositor dos grupos “Samba Sem Fronteiras”, "Orquestra Bamba Social" e "Ruído Vário", este último em parceria com a cantora Ana Deus. Tem livros de poesia publicados no Brasil, em Espanha e em Portugal, um dos quais foi semi-finalista do Prémio Oceanos 2017. O seu último trabalho a solo "Conversa de Fila" aprofunda ainda mais a linha de trabalho focada na linguagem do samba.

  • Selma Uamusse

    Selma Uamusse

    Cantora moçambicana nascida em 1981 a viver em Portugal desde 1988. Canta profissionalmente desde adolescente tendo feito este percurso a cantar estilos variados. É dona de uma voz ágil e expressiva, estando à vontade tanto na espiritualidade do gospel, como no fogo do rock, o quente da soul, o ritmo do afrobeat e até no jazz. Tudo isto até ter decidido fazer a sua própria música com uma sonoridade muito própria com sons entre Portugal e Moçambique.

  • Pedro Coquenão

    Pedro Coquenão

    Pedro Coquenão (Batida) cria música, dança, rádio, artes visuais e plásticas sob o pseudónimo de Batida.  Depois de um mês em Alojamento Artístico Local na Casa Independente, onde o Musical IKOQWE foi apresentado e desenvolvido perante centenas de pessoas, será estreado em palco no MIL, dia 26 de Março. O novo single “Vaivai”, acompanhado por um video autoproposto como video do ano, estreia agora, pela Beating Heart.

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