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abril, 2020

15abr19:3021:00Destaque Teatro: Performance sem público à vistaUma conversa com auéééu-teatro, Gonçalo Amorim e Madalena Victorino

Quando

15 abril quarta-feira 19:30 - 15 abril quarta-feira 21:00

Detalhe do evento

As nossas conversas habituais da Central Gerador fogem temporariamente de lá para o nosso site. Mantendo a pertinência, continuaremos a abordar semanalmente os temas centrais da cultura e sociedade mas agora online e no conforto de casa. Nesta conversa em direto falamos com a companhia auéééu-teatro, o ator e encenador Gonçalo Amorim e a bailarina Madalena Victorino acerca do teatro, a criação e o público em tempos de confinamento.

Todos os dias vamos ter momentos culturais no nosso site. Desde duetos em direto com artistas de áreas culturais diferentes, passando por conversas semanais ao vivo moderadas por um jornalista do Gerador, a leituras encenadas sempre às quintas-feiras, até a workshops de tudo o que pode ser útil para casa. Descobre aqui o nosso plano semanal.

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Oradores deste evento

  • Joana Manaças

    Joana Manaças

    Co-fundadora auéééu-teatro

    Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança (2003/2007) e em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2011/2014), desde 2005 tem trabalhado como atriz e bailarina com diversos criadores, nomeadamente Guillermo Weickert, João Brites, Luis Miguel Cintra, Madalena Victorino, Miguel Moreira, Jorge Silva Melo, Sebastian Prantl, Stephen Medcalf, Teresa Ranieri e Ana Sofia Paiva. Em 2006 intregra a companhia de dança austríaca Tanz Atelier Wien e em 2009 participa no projecto europeu Dance Beyond Borders. Em 2014 co-funda os auéééu-teatro, uma companhia de criação coletiva que tem como programa o desenvolvimento de uma dramaturgia de autoria própria e o cruzamento de várias artes através da experimentação e pesquisa literária, filosófica e performativa.

    Co-fundadora auéééu-teatro

  • Gonçalo Amorim

    Gonçalo Amorim

    Ator e encenador

    Director Artístico do Teatro Experimental do Porto, desde Janeiro 2013 e do FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, desde Setembro de 2014. Frequentou o curso de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa e é licenciado pela ESTC (Formação de Actores e Encenadores). É cooperante e ator do Teatro o Bando desde 1999 e foi membro do colectivo Primeiros Sintomas. Como ator, trabalhou também com a Útero – Associação Cultural, Companhia Olga Roriz, Cão Solteiro, Truta, Teatro da Terra e Artistas Unidos. Em cinema trabalhou com Edgar Feldman, Raquel Freire, Tiago Guedes, José Filipe Costa e Edgar Medina. Leccionou na ESMAE e na ESTAL. Como encenador, colaborou com as seguintes estruturas: Teatro o Bando, Comédias do Minho, Culturgest, Teatro da Terra, Teatroàparte, Primeiros Sintomas/Teatro Maria Matos, Alkantara, Movimenta-te e ZDB/Negócio. Em 2007 recebeu o Prémio da Crítica (APCT) pelo encenação do espectáculo Foder e ir às compras, de Mark Ravenhill; e em 2012 recebeu uma Menção Especial da APCT pelo seu trabalho como encenador em 2011. Colabora regularmente com o TEP desde 2010.

    Ator e encenador

  • Madalena Victorino

    Madalena Victorino

    Bailarina e coreógrafa

    Estudou dança contemporânea, composição coreográfica e pedagogia das artes no The Place / London School of Contemporary Dance, no Laban Centre/Goldsmith’s College, University of London e na Exeter University nos anos 70 e 80 no Reino Unido. Cria com vários colegas da sua geração nos anos 90, o Forum Dança. Desenvolve entre 1996 e 2008 no Centro Cultural de Belém, o primeiro espaço em Portugal, de fruição artística internacional para um público jovem. Entre 2008 e 2018, foi co-programadora com Giacomo Scalisi e Miguel Abreu no Festival TODOS, Caminhada de Culturas, um festival sobre interculturalidade e urbanidade, uma iniciativa da CML e Academia de Produtores Culturais. Criou a Cooperativa Cultural COSA NOSTRA com Giacomo Scalisi em 2016. Lecciona em múltiplas instituições de Ensino Superior. Cria em 2016 com Giacomo Scalisi o projecto cultural e rural LAVRAR O MAR, as Artes no Alto da Serra e na Costa Vicentina que continua a aprofundar. Constrói peças coreográficas que têm atravessado o país e vários outros países, como a Australia e a Itália e que envolvem temas fortes da existência, pessoas de idades e com experiências de vida diferentes, em co-criação com intérpretes profissionais.

    Bailarina e coreógrafa

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