No final do mês, a 25 de setembro, Benjamim lança o seu novo disco, Vias de Extinção. Após um período mais dedicado à produção de discos de outros músicos, como Joana Espadinha, Flak ou Lena d’Água, este novo disco de originais sucede ao seu último trabalho, 1986 (feito em parceria com o britânico Barnaby Keen), que data de 2017.

Trata-se da quebra de jejum do músico lisboeta que traz para este novo disco “canções mais directas e pessoais” apesar do “manto instrumental que torna tudo mais ambíguo, sobre excesso, diversão, solidão, a procura de um sentido e o receio da mortalidade”.

Além disso, Vias de Extinção é também “um regresso à minha essência enquanto músico e ao instrumento da minha formação, baseando-me no piano e restantes instrumentos de teclas para compor canções que viajam por outros universos harmónicos e novos registos de voz. É um disco de profunda descoberta interior e o fechar de um ciclo que acaba por coincidir com a própria peste que nos confinou”, explica o músico citado em comunicado.

Texto de Ricardo Ramos Gonçalves
Fotografia de Vera Marmelo

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