Tita Maravilha: “Todo mundo está em transição, quando não se quer chegar em lugares muito óbvios”
É artivista híbrida e inventora de universos. Mulher travesti, brasileira, trans. Ou a lenda da garota Pau Brasil. Chama-se Tita Maravilha. É atriz, cantora, performer, palhaça, e a vencedora da última edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, com o projeto “As Três Irmãs” — uma recriação de Tchékhov à luz dos debates contemporâneos sobre identidade de género e intersecionalidade.
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