MARTIM SOUSA TAVARES
Ativo principalmente enquanto maestro, tanto na posição de diretor musical como maestro convidado, conta com colaborações com orquestras de oito países e algumas das principais orquestras nacionais.
Assume um compromisso com a equidade na programação musical, mas também com a descentralização e a acessibilidade radical no acesso à música clássica. Por essa razão, já dirigiu orquestras em cidades como Rio de Janeiro, Madrid, Chicago, São Petersburgo, Milão ou Lisboa, mas também - e com igual entusiasmo - em locais como Rapoula do Côa (Sabugal), Orjais (Covilhã), Colmeal da Torre (Belmonte), Atalaia do Campo (Fundão), Benquerença (Penamacor), Carvalhal Redondo (Nelas) ou Pí¬nzio (Pinhel).
Com a Orquestra Sem Fronteiras venceu em 2022 o Prémio Carlos Magno para a Juventude, uma iniciativa do Parlamento Europeu para premiar os valores de união na Europa, o Prémio Carlos de Pontes Leça da Fundação Mirpuri e uma menção honrosa do prémio Portugal Justo da Fundação Manuel António da Mota.