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25 anos depois do seu arranque, a Mostra Nacional de Jovens Criadores celebra esta iniciativa com uma das edições mais inovadoras de sempre, através de um festival de 3 dias que decorrerá em novembro deste ano, em data a anunciar, em Almada. Mais de 100 criadores, de 15 dimensões artísticas diferentes, serão convocados para participar na MNJC, através da exposição ou da apresentação pública das suas obras.

Serão distribuídos 15.000 eur em prémios, 1.000 eur por cada uma das 15 áreas artísticas, e todos os premiados terão direito a uma entrevista individual para o Gerador e a 50% de desconto em todos os cursos e workshops da Academia Gerador durante um ano.

A MNJC é uma iniciativa do IPDJ, organizada pelo Gerador.

 

As 15 áreas a que podes candidatar-te

Na edição de 2022 trazemos novas áreas para descobrir talentos artísticos em Portugal, como o humor ou a gastronomia, mas também damos atenção às ideias que os jovens criadores trazem para as áreas mais clássicas, como a literatura, o teatro, a pintura ou o cinema. Ao todo são 15 domínios artísticos que podes escolher. O nosso júri, que apresentamos em baixo, selecionará até 8 obras para exposição ou apresentação por cada área artística.

 

 

O que precisas de saber para te candidatar

 

 

Tens até dia 05.10.2022, até às 20h, para concorreres.

 

As obras selecionadas serão conhecidas até ao final do dia 14.10.2022.

 

A MNJC vai realizar-se em novembro de 2022, em data a anunciar.

 

É muito importante leres com detalhe todo o Regulamento e veres o que é necessário garantir para te candidatares. Em função de cada área artística precisaremos de informações diferentes.

 

Só serão aceites candidaturas que estejam de acordo com o Regulamento.

 

 

Quando estiveres preparado com todas as informações necessárias, basta preencheres este formulário no botão em baixo.

 

Aqui pedimos-te dados simples para tua identificação e informação mais detalhada que deves anexar sobre a obra com que te candidatas.

 

O júri

Cada área artística tem um júri temático dedicado, com 3 elementos: 2 autores reconhecidos pelo seu trabalho nessa área, que podes conhecer aqui, e um representante do IPDJ.

Falcão Lucas

Arte Digital

Leonel Moura

Arte Digital

Add Fuel

Arte Urbana

Tamara Alves

Arte Urbana

Alexandre da Silva

Cerâmica

Vítor Reis

Cerâmica

Tânia Falcão e Luís Avelar Lucas são dois designers, ilustradores, motiongraphers e músicos que na vida pessoal também são um casal.

Tânia Falcão cresceu em Mafra, licenciou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e trabalhou em publicidade até 2012. Luís Avelar Lucas cresceu em Lisboa, com uma passagem de 2 anos por Macau, frequentou o curso de Design Gráfico no IADE e trabalhou desde cedo em publicidade.

Estão juntos desde 2001 quando se conheceram num bar na Ericeira a beber shots de tequila.

Aperceberam-se que tinham muito em comum como o amor pela arte, design e música.

Depois de trabalharem juntos em publicidade decidiram, em 2012, criar o seu projeto de arte digital – FalcaoLucas.

Em 2015 voltaram à Ericeira onde se conheceram, e onde trabalham e vivem até hoje com os filhos Beatriz e Pedro.

Leonel Moura é um artista pioneiro na aplicação da robótica e da inteligência artificial na arte. Em 2001, criou o primeiro braço robótico capaz de gerar pinturas originais operadas por um “algoritmo de formiga”.

Em 2003, um enxame de ‘Robots Pintores’ foi capaz de produzir obras de arte com base em regras simples e comportamento emergente. Desde então, tem produzido diversos artbots, cada vez mais autónomos e sofisticados. RAP (Robotic Action Painter), 2006, criado para uma exposição permanente no American Museum of Natural History de Nova Yorque, é capaz de gerar obras de arte altamente criativas e únicas, decidir quando a obra está pronta e assiná-la com uma assinatura distinta.

Em 2007 abriu o Robotarium, o primeiro zoológico dedicado a robots e vida artificial. Outras obras incluem esculturas 3D, instalações interativas, realidade aumentada, arte generativa, arte espacial e teatro com a peça R.U.R. de Karel Capek estreada em São Paulo em 2010 com 3 robots atuando ao lado de 3 atores humanos.

Com o projeto “Bebot”, um enxame de robots capaz de criar obras de arte únicas, participou nas mostras “Artistes & Robots”, Expo Astana (2017), Cazaquistão, Grand Palais, Paris (2018) e “Brain”, Fundação Gulbenkian, Lisboa (2019).

O recém-criado enxame de robots, cunhado NEO, foi apresentado no Museu UCCA em 2020, em Pequim, na exposição “Imaterial / Rematerial. Uma breve história da arte da computação” e na Art Paris 2022.

Atualmente tem uma instalação de 17 esculturas de Realidade Aumentada em São Paulo.

Leonel Moura promove um novo tipo de arte baseada na criatividade da máquina. Em 2009 foi nomeado Embaixador Europeu para a Criatividade e Inovação pela Comissão Europeia.

Add Fuel é um artista plástico português. O seu trabalho é focado em reinterpretar e jogar com a linguagem do design tradicional do azulejo.

Misturando elementos tradicionais e contemporâneos, o seu trabalho baseado em stencil revela uma impressionante complexidade e uma grande atenção aos detalhes.

A combinação de azulejos que criam um equilíbrio através de repetições simétricas e técnicas de ilusão visual, como trompe-l’œil, e as composições padronizadas criam um ritmo poético que brinca com o percepção do espectador e as possibilidades de interpretação.

Tem apresentado o seu trabalho em exposições individuais e colectivas desde 2006, além de participar em alguns dos principais eventos de arte urbana.

Tamara Alves licenciou-se em Artes Plásticas (ESAD-IPL) e fez um mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas, onde o assunto da dissertação foi “Activismo Público em Contexto Urbano”.

Sempre se interessou por um tipo de arte que é “inserida” no mundo, fascinada pela estética da rua e contexto urbano, prefere apresentar o seu trabalho na rua ou em espaços públicos. Tamara Alves tem vindo a construir uma narrativa que celebra de forma crua e poética a vitalidade das sensações fortes, de um devir animal, da paixão bruta, por oposição à deliberação racional.

Com base na ideia de que os nossos instintos são aquilo que nos define, a artista invoca um universo de figuras humanas e animais em interacção com a paisagem natural e objectos imbuídos de forte carga simbólica que nos convidam a abraçar os sentimentos como uma força motriz, bravia e indomada.

Um universo onde o amor, sempre o amor (que é ferida, dor, lágrimas, mas não menos prazer, regozijo, êxtase), pode ser fruto de umas impacto, um acidente, crescendo dentro de nós como uma flor silvestre.

Natural da África do Sul, Alexandre da Silva formou-se na área das artes gráficas pelas Belas Artes de Lisboa em 2009. Trabalhou em design editorial e tipografia em Paris entre 2011 e 2014. De regresso a Lisboa começou-se a interessar por cerâmica no atelier Caulino.

Completamente aficionado pelo material, decidiu fazer uma formação técnica no Cencal em 2018, a fim de legitimar a sua vontade de fazer da cerâmica a sua principal profissão.

Desde então já lecionou aulas e workshops em alguns estúdios lisboetas e no Porto, nomeadamente o Sedimento Studio, o Curva atelier ou a Ó! Cerâmica.

Atualmente trabalha no seu próprio espaço — o Estúdio Torto, como artesão, produzindo pequenas séries para algumas marcas estrangeiras e artistas.

Vítor Reis nasceu em Angola mas vive e trabalha nas Caldas da Rainha. Descendente de cinco gerações de oleiros tradicionais, em 2001 licencia-se em Artes Plásticas na ESAD.CR.

Em 2007 frequenta o curso avançado da Escola Mau Maus em Lisboa. Desde o término da sua licenciatura tem desenvolvido o seu percurso na área da escultura e exposto regularmente o seu trabalho em várias cidades.

Tem também participado em diversos encontros Internacionais de Escultura em diversos países. Atualmente desenvolve o seu trabalho em cerâmica num atelier Municipal, em Caldas da Rainha.

Desde 2014, é referenciado frequentemente em várias publicações nacionais relevantes, na área da cerâmica. Atualmente desenvolve também trabalho docente, no curso de “Design de Produto-Cerâmica e Vidro” na ESAD.CR.

Marta Sousa Ribeiro

Cinema

Sérgio Graciano

Cinema

Aldara Bizarro

Dança

Rosana Ribeiro

Dança

Joana Valsassina

Escultura

Pedro Fazenda

Escultura

Marta Sousa Ribeiro interrompeu, em 2011, o curso de cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e, mais tarde, ingressou nos cursos de Desenho e Pintura na Ar.Co, enquanto realizava a primeira curta-metragem. Estudou no European Film College, na Dinamarca (2012 – 2013), onde realizou a segunda curta-metragem.

Foi uma das co-fundadoras da produtora de cinema & vídeo VIDEOLOTION, onde produziu, juntamente com o realizador Pedro Cabeleira, a longa-metragem VERÃO DANADO (VIDEOLOTION / OPTEC . 2017) – Menção Especial Cineasti del Presente Locarno 2017. Mais à frente realizou o 5º episódio da websérie SUBSOLO (VIDEOLOTION . 2018) para a RTP – Prémio Melhor Série Internacional Carballo Interplay 2020; e co-realizou, com Joana Peralta, o 13º episódio da série de animação infantil CRIAS (VIDEOLOTION / PRAÇA FILMES / JPL FILMES . 2019) – Selecção Oficial Annecy 2019.

Foi produtora executiva de diversas curtas, longas, vídeo-instalações, webséries, entre outros.

Estreou a sua primeira longa-metragem SIMON CHAMA (VIDEOLOTION . 2020) no Festival de San Sebastián, projecto que recebeu os prémios Eurimages Lab Project Award (2018), Melhor Realização para longa-metragem Portuguesa no IndieLisboa 2021 e Convocatória Aberta para Mulheres Cineastas Portuguesas (2021), promovido pela Netflix e Academia Portuguesa de Cinema.

Juntamente com os sócios Joana Peralta, Tiago Simões e Victor Ferreira, terminaram o projecto VIDEOLOTION em 2021. No mesmo ano produziu, de forma independente, a curta-metragem / vídeo-instalação EM BUSCA DE AVERRÓIS de João Cristóvão Leitão (2021).

Actualmente encontra-se, como realizadora, em fase de desenvolvimento de uma curta-metragem; em fase de produção de duas longas-metragens, uma delas em regime de co-realização com Joana Cotrim (PRAÇA FILMES . 2022); e em fase de finalização de uma curta-metragem de animação, em regime de co-realização com Marta Reis Andrade (BAP . 2022).

Sérgio Graciano tem já uma longa carreira em cinema e televisão. Na sua primeira longa-metragem, “Assim Assim” (2010), o realizador assegurou um elenco de luxo que incluiu nomes como Rita Blanco, Miguel Guilherme, Margarida Carpinteiro, Albano Jerónimo e Nuno Lopes.

Esteve dois anos em Angola onde foi o responsável pela ficção da Semba Comunicação, e onde realizou “Njinga – A Rainha de Angola” (2013), o filme angolano mais visto de sempre e que arrecadou dois prémios na Academia de Cinema Africana. Seguiu-se “Uma Vida à Espera” (2016), filme com o qual venceu o Prémio do Público na 8ª Edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa.

Em 2017 dirigiu “Perdidos”, um remake de “Armadilha em Alto Mar” o terceiro filme português mais visto do ano. Em 2018 realizou com Manuel Pureza o “Linhas de Sangue”, reunindo 54 caras conhecidas da televisão e cinema português.

Nos dois último anos, estreou dois filmes “A impossibilidade de estar só” e vai estrear este ano ainda, “O som que desce na terra”, filme que foi um dos finalistas para a selecção do representante português para os Oscars. Para o ano de 2022 já tem agendada e estreia do filme “Salgueiro Maia – O implicado”.

No seu galardoado percurso em realização para televisão destacam-se o Emmy Internacional na categoria de Melhor Telenovela com “Laços de Sangue”, em 2011, e dois Prémios Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), na categoria de Melhor Programa de Ficção em Televisão com o “Conta-me Como Foi” em 2011 e ‘O Último a Sair’ em 2012. Também ‘Maternidade’ no ano seguinte e “País Irmão” em 2018 foram distinguidos pela SPA com a nomeação para este prémio.

Sérgio Graciano fez ainda parte do júri na competição norte-americana da International Academy of Television Arts and Sciences, na edição de 2015, 2020 e 2021. Realizou uma série chamada “Filha da Lei”, série esta produzida para a RTP que está apenas disponível no Amazon Prime Americano.

Nos últimos dois anos realizou cinco séries, sendo elas: “A Generala”, “Chegar a casa”, “A Rainha e a Bastarda”, “Auga Seca” e mais recentemente “Da Mood”. Está neste momento a rodar uma nova série que é a primeira coprodução GloboPlay e RTP, que se chama “Codex 632”.

Em Fevereiro de 2023 roda o seu próximo filme “Os papéis do inglês” de Ruy Duarte Carvalho, adaptado pelo José Agualusa para a Leopardo Filmes do Paulo Branco.

Aldara Bizarro estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim. Gosta de evidenciar os períodos em que estudou no Merce Cunningham Studio, no Movement Research (NYC), e no Tanzfabrik (B), como sendo das fases mais ricas da sua formação.

Começou a coreografar em 1990 com Me myself and Influências, peça premiada no IV Workshop Coreográfico da CDL, e desde então assina as suas peças que são apresentadas em todo o país.

Fez parte do grupo da Nova Dança Portuguesa representado na Europália 91 e foi pioneira em Portugal na criação de dança para jovens e no envolvimento dos mesmos nas obras, através da criação do Projeto Respira em 2007.

A sua peça A Nova Bailarina foi distinguida pelo jornal Público como uma das melhores peças de 2011.

Como formadora trabalhou no Forum Dança, Escola Superior de Dança, CCB, F.C. Gulbenkian, CCVF/A Oficina, Artenrede, e muitos outros.

Foi diretora artística de Jangada, uma estrutura de dança financiada pela DGArtes, durante 16 anos.

Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.

Rosana Ribeiro é intérprete e coreógrafa e vive entre a Áustria e Portugal. Iniciou os seus estudos artísticos na escola de circo Chapitô e obteve a licenciatura em Dança Contemporânea na Northern School of Contemporary Dance em Leeds, Reino Unido.

Na sua carreira foi intérprete para Jean Abreu, Hofesh Shechter, Cie.7273, Companhia Paulo Ribeiro, Companhia Instável, James Wilton, São Castro & António Cabrita, Editta Braun entre outros.

Teve também a oportunidade de trabalhar em várias produções operáticas na Royal Opera House, English National Opera e no Barbican Centre.

Em 2017 co-fundou o festival Jardins Abertos, onde trabalha como Programadora Cultural. Desde 2018 que o seu foco se encontra na consolidação da sua linguagem artística e coreográfica.

Em 2022 fundou a companhia Selva e foi convidada a integrar a associação de coreógrafos tanz_house

Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e coordenadora do Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves.

Integrou anteriormente equipas curatoriais de instituições como o MoMA e o The Drawing Center, em Nova Iorque, e o MAAT, em Lisboa, para além de desenvolver projetos curatoriais independentes e de escrever regularmente para a revista Umbigo.

É formada em museologia pela New York University e em arquitectura pela Universidade de Lisboa.

Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Pope.L, Daniel de Paula, João Paulo Feliciano, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, entre outros.

Pedro Fazenda estuda desenho, pintura, gravura, fotografia e escultura no AR.CO – centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa.

Expõe individualmente desde 1986 e colectivamente desde 1979. Trabalha sobretudo escultura e design em pedra.

Participa em diversos Simpósios Internacionais de Escultura, projecta e executa diversas esculturas públicas, participa em trabalhos de arquitectura, urbanismo e restauro, faz cenografias para teatro, realiza acções de formação de escultura em pedra.

Desde 1985 que é responsável pelo Departamento de Escultura em Pedra do Centro Cultural de Évora, cooperativa de produção artística, cujo espaço de trabalho é o Antigo Matadouro de Évora, cedido para o efeito pela Câmara Municipal.

Em 2017 a cooperativa reformulou-se como associação cultural Pó de Vir a Ser – Departamento de Escultura em Pedra – Centro Cultural de Évora, da qual é presidente da direcção e director artístico.

Coordena, participando, em acções de inclusão pela e de arte participativa, alargando as noções de produção artística e de escultura, usando a escultura em pedra como facilitadora da relação com as pessoas e com os territórios.

Herberto Smith

Fotografia

Estelle Valente

Fotografia

Chef Kiko

Gastronomia

Saudade Campião

Gastronomia

Hugo Van Der Ding

Humor

Marta Borges

Humor

Herberto Smith é um fotógrafo, artista e educador. Nasceu na Guiné-Bissau, cresceu em S. Tomé e Príncipe e vive em Portugal.

Aborda questões relacionadas com a cultura juvenil, identidades, percepções raciais e inclusão social.

Os seus projectos centraram-se em práticas fotográficas que incorporam metodologias colaborativas, visando produzir peças socialmente engajadas, criando relações, interações e pensamento crítico.

Estelle Valente nasceu em Paris, cidade com que mantém uma profunda ligação, e adotou Lisboa, de cujo sol diz não prescindir, de há 12 anos para cá. Em 2012 começou a fotografar a fadista Gisela João, que ainda hoje acompanha.

Em 2015, iniciou uma colaboração com o Teatro Municipal São Luiz, onde fotografa ensaios, espetáculos e campanha de comunicação.

O ano de 2018 foi especial para a sua carreira: realizou a sua primeira exposição em Setúbal, «Carla no Papel», onde a atriz Carla Maciel encarnou grandes divas do cinema do século passado (Marilyn Monroe, Greta Garbo, Marlene Dietrich); voltou a Paris para outra exposição, seguida de uma residência artística no Espace Cardin e foi ainda convidada por Anabela Mota Ribeiro, a propósito dos 20 anos do Nobel de José Saramago, para ilustrar com as suas fotografias o livro «Por Saramago».

Começou em 2019 uma colaboração com a revista GQ onde faz retratos de personalidades ligadas a cultura.

Francisco Martins, mais conhecido como Chef Kiko, é um dos mais conceituados Chefs portugueses e uma das mentes criativas por detrás de alguns dos melhores restaurantes de Portugal.

Nascido no Rio de Janeiro – Brasil, após os seus pais terem emigrado de Portugal, regressa ao país do seu coração aos 11 anos. Já em Lisboa, começa por inaugurar o restaurante “O Talho”, em 2013, a que mais tarde se seguiu “A Cevicheria”, “O Poke” e “O Boteco”. Todos com uma acentuada mistura de influências gastronómicas e com a mesma vontade de sempre: “servir o mundo à mesa dos portugueses!”.

Todos os espaços são conceitos originais, distintos e únicos.

Ao longo do seu percurso participou ainda em programas televisivos e radiofónicos com uma forte componente pedagógica: Chefs’ Academy, Chefs’ Academy Kids, Cook Off, Masterchef e Café da Manhã na RFM.

Em 2016 ganhou o prémio “Prix au Chef de L’Avenir” atribuído pela Academia Internacional de Gastronomia.

Destaca-se pela simplicidade com que se entrega à cozinha e pela forma como torna cada refeição num momento único de partilha.

Entre os restaurantes, a televisão, a rádio, os eventos e os livros, é difícil encontrar o Chef parado. Aliás, um dos seus hobbies é a corrida e é assim que gosta de gerir todas as suas ideias que nunca param.

Saudade Campião é proprietária do restaurante Taberna A Pipa, em Beja, desde 1998.

Ao longo do tempo foi fazendo algumas formações na área da cozinha, sendo que a cozinha tradicional portuguesa e a cozinha tradicional alentejana são as mais praticadas no seu restaurante.

Promove oficinas de cozinha tradicional alentejana no seu espaço, Taberna A Pipa, e passa alguns dos seus conhecimentos aos participantes.

Hugo Van Der Ding nasceu em 1979 no banco de trás de um Saab modelo 96 4V coupé em Srinagar, no estado indiano de Caxemira, durante uma viagem dos pais — um estomatologista holandês e uma ceramista espanhola — ao continente asiático.

Viveu na Índia até aos quinze anos, estudando no colégio do Convento da Apresentação, ainda em Srinagar, e depois mais a Sul no Colégio de Santo Aloísio Gonzaga em Mangalore, no estado de Karnataka.

Com o divórcio e posterior desaparecimento sem deixar rasto de ambos os pais, fica ao cuidado de uma tia — a ativista catalã Llùcia Vullpellach — e muda-se para Marrocos.

Concluiu o curso de Ciências Farmacêuticas na Universidade de Al-Karaouine, em Fez, no mesmo dia em que foi raptado por membros da Frente Polisario, o movimento independentista do Saara Ocidental.

Depois de três anos de cativeiro — em que desenvolveu uma paixão pela découpage, misturando cerâmica árabe com revistas americanas velhas— fez parte de uma troca de reféns com Espanha e fixou-se na Andaluzia onde, para além de manter um atelier artístico e de colaborar regularmente com o semanário Interviú, foi ponta-de-lança suplente da Unión Deportiva de Almería.

Foi precisamente durante um jogo amigável com o Estoril-Praia que veio a Portugal pela primeira vez, país onde reside desde 2010.

Para além de técnico de saúde pública também desenha, escreve, é um dos apresentadores das Manhãs da 3 na Antena 3, e está a concluir a licenciatura em Metereologia e Geofísica na Universidade de Coimbra.

Vive em Lisboa com um recorte de cartão em tamanho natural do ator Tom Hardy.

Marta Borges é atriz, improvisadora e formadora. Licenciada em Comunicação Empresarial (ISCEM), onde durante o curso realizou diversos estágios profissionais, dois deles em Paris e Bruxelas.

Trabalhou numa agência de Publicidade e na mais prestigiada empresa de Branding ao nível mundial (Wolff Olins), nas quais desenvolveu e coordenou inúmeros projectos em Lisboa, Madrid, Londres, Rio de Janeiro e São Paulo, com equipas internacionais.

Em paralelo, enquanto estudava e trabalhava em Marketing e Gestão de Marcas, dedicava-se também ao Teatro, tendo-se profissionalizado em 2001. A partir de 2004 optou por se dedicar exclusivamente à carreira artística.

A formação profissional como actriz iniciou-se em 1998 e desde então continua a apostar intensamente na formação em Portugal e no estrangeiro, tendo se especializado em 2008 em Teatro de Improviso, passando por escolas Americanas como Second City, iO Chicago e The Annoyance Theatre

Em 2010 protagonizou um programa de humor, num registo de improviso, “CUIDADO COM ELAS”, produzido pela Valentim de Carvalho para a SIC. De 2011 a 2014 tornou-se comentadora semanal residente do programa de humor “INFERNO”, apresentado por Pedro Vieira, das Produções Fictícias, no Canal Q. Participou também no programa “5 Para a Meia Noite”.

Protagonizou diversas campanhas de publicidade, faz regularmente locuções, dobragens de desenhos animados e cinema de animação.

Participa regularmente em Festivais e Conferências Internacionais, como participante, actriz convidada e/ou formadora: Chicago (2010, 2012), Nova Iorque (2013 e 2014), Rio de Janeiro (2011, 2014), Amesterdão (2013, 2014, 2015, 2016, 2017), Berlim (2013, 2019), Praga (2018), Milão (2019), Pádova (2018), Salento (2015), Piombino (2016, 2018), Riga (2018), Oslo (2019), Florença (2019), Roma (2019), Brest (2020), etc.

Amalteia

Ilustração

Clara Não

Ilustração

Afonso Cruz

Literatura

Cláudia Lucas Chéu

Literatura

Dino Alves

Moda

Eduarda Abbondanza

Moda

Ana, mais conhecida por Amalteia, estudou Design na UA e Ilustração na ESAD.

O seu trabalho é maioritariamente digital, mas começa sempre no papel.

Gosta de desenhar plantas, situações caricatas e pessoas estranhas. Gosta também de criar personagens e de contar histórias.

Por fim, gosta de usar cor, muita cor.

Clara Silva é ilustradora e vive no Porto. Licenciada em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes do Porto, fez Erasmus na Willem de Kooning Academie, em Roterdão, onde focou os seus estudos em Ilustração e Escrita Criativa.

Mais tarde tornou-se mestre em Desenho e Técnicas de Impressão, onde estudou a relação fabular entre Desenho e Escrita.

Destaca-se pela irreverência e ironia nas ilustrações, onde reivindica a igualdade, trata tabus da sociedade e explora experiências pessoais.

Em 2019, lançou o seu primeiro livro, editado pela Ideias de Ler, intitulado “Miga, esquece lá isso! — Como transformar problemas em risadas de amor-próprio”. O livro foi o bestseller nacional durante várias semanas.

Atualmente, frequenta o Mestrado de Marketing na Business School da Universidade Católica do Porto, para além de fazer os seus projetos em ilustração. Nas horas vagas canta Britney.

Afonso Cruz tem mais de trinta livros publicados entre romances, novelas, teatro, poesia, álbuns ilustrados e não-ficção.

Recebeu vários prémios pelos seus livros, cujos direitos estão vendidos para mais de vinte línguas.

Cláudia Lucas Chéu é escritora, poeta, dramaturga e argumentista. Tem publicados os textos para teatro Glória ou como Penélope Morreu de Tédio (2011) e Violência — fetiche do homem bom (2013), edições Bicho-do-Mato/Teatro Nacional D. Maria II, A Cabeça Muda (2014), Cama de Gato edições; Veneno (2015, Coleção Curtas da Nova Dramaturgia – Memória), edições Guilhotina.

Em prosa poética publicou o livro Nojo (2014), (não) edições e, em poesia, o livro Trespasse (2014), Edições Guilhotina e Pornographia (2016), Editora Labirinto. Em 2017, foi publicado o seu livro Ratazanas (poesia), pela Selo Demónio Negro, em São Paulo (Brasil).

Publicou em 2018, o seu primeiro romance Aqueles Que Vão Morrer, Editora Labirinto, e Beber Pela Garrafa (poesia), pela Companhia das Ilhas. Escreveu ainda a Mulher-Bala e outros contos, Editora Labirinto, 2019; Confissão (poesia), Companhia das Ilhas, 2020; a Mulher Sapiens (contos e ensaios), Companhia das Ilhas e jornal Público, 2021; A Vida Mentirosa das Crianças, Nova Mymosa, 2021 e Ode triumphal à Cona (poesia), Companhia das Ilhas, 2022.

O livro Confissão foi semifinalista do Prémio Oceanos, em 2021.

Dino Alves formou-se em Pintura na Escola Superior Artística do Porto. Fez um curso profissional de fotografia no INEF e depois de uma passagem pela Cinemateca Portuguesa, acabou por seguir a área da moda, conquistando o título de “Enfant-terrible da Moda Portuguesa”.

O seu primeiro desfile ocorreu nas “Manobras de Maio” de 1994 e a partir de maio de 1997 passou a apresentar regularmente as suas coleções na ModaLisboa – Lisboa Fashion Week.

Desde então, além das suas coleções sazonais, tem desenvolvido figurinos para diversos espetáculos de dança e teatro, assim como guarda-roupas para publicidade, eventos de moda e lançamentos de produtos.

Um stylist por excelência, Dino Alves colabora também em projetos de conceção de imagem, nomeadamente para as festas da discoteca Lux – Frágil, ou para publicações como a Dance Club.

Em 2006, foi responsável pelo styling e produção da imagem dos participantes do Festival da Canção e nos dois anos seguintes criou a imagem de Herman José para os programas “Chamar a Música” e “Roda da Sorte”.

Em 2011, desenvolveu o styling dos apresentadores / atores do programa de humor “Estado de Graça”, produzido pelas Produções Fictícias. Em 2009, iniciou uma colaboração com a Escola Superior de Dança, como professor de figurinos.

Eduarda Abbondanza, presidente da Associção ModaLisboa e fundadora da Lisboa Fashion Week, é uma figura incontornável da Moda Nacional.

Com uma extensa carreira que engloba inúmeros projetos e diversos campos de especialização, combina a direção da ModaLisboa com outras atividades profissionais que passam pelo Ensino de Moda, a Direção criativa de marcas e a consultoria de design.

É frequentemente convidada como jurada e oradora em painéis especializados nacional e internacionalmente. Integra vários boards internacionais, elevando e promovendo a posição da Moda Portuguesa no contexto internacional ao longo de mais de 25 anos.

Como Presidente e Diretora Criativa da ModaLisboa | Lisboa Fashion Week, cria projectos estruturantes para o desenvolvimento da Moda como disciplina integradora, apostando em jovens designers e novos valores para o meio, promovendo alterações nucleares para o setor.

Entre elas, o concurso de jovens designers Sangue Novo, a plataforma de incubação Lab, a exposição transdisciplinar Workstation e o Wonder Room, pop-up de marcas lifestyle, projeto de empreendedorismo da ModaLisboa.

Assina alguns projetos inovadores na área da Moda e das Indústrias Criativas, promovendo o território criativo português internacionalmente, entre eles o +Portugal (Barcelona) e o Showcase ModaPortugal (Paris) em articulação com o Cenit/Anivec.

Eduarda Abbondanza assume um carácter inovador e disruptivo em todos os projetos em que se envolve, procurando sempre novas ideias e formas de pensar, elevando a qualidade de e inspirando o setor e todos com quem lida diretamente.

Hélio Morais

Música

Selma Uamusse

Música

Ana Fonseca

Pintura

Francisco Vidal

Pintura

Carla Chambel

Teatro

Welket Bungué

Teatro

Hélio Morais e músico a solo, em MURAIS, e nas bandas Linda Martini e PAUS. É também fundador da estrutura de agenciamento do HAUS.

Às vezes fala muito, outras pouco, consoante os dias.

Gosta da ideia de nos colocarmos nos sapatos des outres e de acreditar que isso possa tornar o Mundo um pouco melhor, sem serem necessárias ruas com os nossos nomes.

É isto que tem para nos dar sobre si, o resto vem com o convívio.

Selma Uamusse é uma cantora moçambicana residente em Portugal desde 1988. Criou em nome próprio os projectos Souldivers, Nu Jazz Ensemble e Tributo a Nina Simone, onde colaborou com Ana Bacalhau, Rita Redshoes, Marcia, The Legendary Tigerman, Luísa Sobral, Elisa Rodrigues, Gospel Collective, entre outros.

Participou em discos e espetáculos de artistas como Samuel Úria, Medeiros/Lucas, You Can’t Win Charlie Brown, Joana Barra Vaz, Moullinex e Orquestra Todos.

Recentemente emprestou também corpo e voz a diversos projetos de teatro, cinema e artes visuais.

Em nome próprio, Selma Uamusse explora as raízes do seu país de origem, usando ritmos moçambicanos, letras em línguas nativas e instrumentos tradicionais, em combinação com outras referências que espelham as suas diversas influências.

Ana Fonseca nasceu em São Paulo mas vive e trabalha em Lisboa como artista visual. Licenciou-se na Middlesex University, Londres (2003), e estudou na Chelsea College of Arts Foundation in Art and Design, Londres (1999-00).

Expõem desde 2006, destacando-se O Rosto da Justiça, Museu Bordalo Pinheiro (2021) e De casa para o mundo, Bienal de Cerveira (2020 e presentemente em itinerância).

Destaca ainda CONTINGERE, Galeria Cisterna (2020); Master baker, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (2019); studiolo XXI: desenho e afinidades, Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2019); a performance Alegoria do Valor e do Merecimento, Palácio Nacional da Ajuda (2015); Pega Doméstica, Museu Nacional Soares dos Reis e Quase Galeria, Porto (2014) e Almack’s#1, peça em exposição no Museu Nacional dos Coches (desde 2011).

Em Abril de 2022 foi convidada para ser júri da segunda edição das residências artísticas no Museu Bordalo Pinheiro.

Participou no projeto “Umbigo 18 Anos, 18 Projetos (38 Artistas)”, 2021. A caixa coleção de múltiplos compila estas propostas, numa edição limitada de 80 exemplares, em fotografia, serigrafia e gravura.

Em 2013 foi bolseira da Gulbenkian para o projeto “Exótico Europeu”.

Da sua bibliografia destaca-se o livro “The word is art”, thames and hudson 2018. A sua prática artística é transdisciplinar onde o desenho tem um papel central.

Francisco Vidal nasceu em Lisboa e licenciou-se em Artes Plásticas pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Estudou ainda no Curso avançado em Artes Visuais na Escola de Artes Visuais Maumaus, Lisboa, e tirou mestrado na Universidade de Columbia, Nova Iorque.

Foi selecionado para o pavilhão de Angola na 56.ª edição da Bienal de Veneza e já realizou várias exposições individuais e colectivas.

E também Europa, Oxalá, Fundação Gulbenkian (Lisboa), MUCEM (Marseille), AfricaMuseum (Tervuren), (2021-2023) Colecções privadas e públicas adquiriram as suas obras.

Em Portugal, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação EDP, a Fundação PLMJ, e ainda the Scheryn Art Collection (South Africa) e a colecção Sindika Dokolo (Angola).

Carla Chambel iniciou a sua formação com António Feio na Junta de Freguesia de Benfica e logo de seguida, em 1995, estreou-se profissionalmente em A DISPUTA de Marivaux, com encenação de João Perry e produção do TNDMII.

Fez Formação de Atores na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Trabalhou com diversos encenadores e companhias: Comuna Teatro de Pesquisa, Novo Grupo/Teatro Aberto, Teatro Meridional, Teatro dos Aloés, Artistas Unidos, TNDMII, entre outros.

O seu último espetáculo foi MATER de Maria Adelaide Amaral, encenação de Beto Coville e produção da Teatro Livre.

Dirigiu leituras de poesia encenadas, no TNDMII e recebeu o Prémio Bernardo Santareno – Melhor Atriz de Teatro em 2007.

Podemos também vê-la em Televisão e Cinema, onde recebeu vários prémios. Dá formação de atores em diversas escolas: Academia Mundo das Artes, Proficoncept e Colégio Cesário Verde.

É vice-presidente da Academia Portuguesa de Cinema e faz parte da direção da GDA.

Welket Bungué nasceu na Guiné-Bissau e é um artista transdisciplinar, de etnia balanta. Reside em Berlim, mas trabalha artisticamente ao nível internacional. É co-fundador da produtora KUSSA, licenciado em Teatro no ramo de Atores (ESTC/Lisboa) e pós-graduado em Performance (UniRio/RJ).

Em 2021 tornou-se membro da Academia Europeia de Cinema. Bungué é artista integrante do Arsenal – Institute for Film and Video Art (Berlim), e desde 2021 que os seus filmes fazem parte do acervo da instituição.

Os seus filmes têm circulado internacionalmente por inúmeros festivais de cinema tais como Berlinale, ABFF (EUA), Africlap (França), Zanzibar Intl. Film Fest., Afrikamera (Berlim), BFI London e Sheffield DocFest (UK), IndieLisboa, DocLisboa, Fest. Intl. de Cinema do Rio de Janeiro ou o Stockholm Dansfilmfestival.

Em 2020 foi o protagonista de ‘Berlin Alexanderplatz’ (Comp. Intl. Berlinale 2020), realizado por Burhan Qurbani, em que a sua interpretação lhe valeu uma indicação ao Urso de Prata, uma nomeação como “Melhor Ator Principal” nos prémios LOLA da Academia Alemã de Cinema (Deutscher Filmpreis), e ainda o prémio “Cavalo de Alumínio” para “Melhor Ator” no Festival Internacional de Cinema de Estocolmo.

Welket lançou o seu primeiro livro ‘Corpo Periférico’ (Jun. 2022) na plataforma Amazon, um ensaio autobiográfico sobre a produção de cinema de autor com base no conceito homónimo de “cinema de autorrepresentação”.

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