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Descobre os primeiros confirmados da edição de 2026 do Uncover.

Rapper e escritora portuguesa, Capicua tem-se afirmado como uma das vozes mais lúcidas e poéticas da música e da cultura portuguesa contemporânea.
Na sessão de abertura do Uncover, no dia 12 de março de 2026, a artista parte das atuais ameaças à democracia para refletir sobre formas de resistência, sobre ser mulher hoje e o papel transformador da arte.
Entre a palavra e a ação, Capicua traz-nos o seu olhar sobre como o feminismo e o pensamento crítico podem desafiar narrativas dominantes e abrir espaço para novos futuros.


É um dos principais investigadores sociais do Reino Unido, professor e diretor do Policy Institute do King’s College de Londres. Dirigiu o Instituto Ipsos de investigação social que realizou o maior estudo do mundo sobre percepções públicas. Em 2018, lançou o livro “Os perigos da percepção”, onde revela o abismo que existe entre a realidade dos factos e aquilo que acreditamos ser verdade.
No dia 14 de março de 2026 estará no Uncover a apresentar o primeiro estudo em Portugal que confronta realidade e perceção, coordenado por si em colaboração com o Gerador. Nos últimos anos, a taxa de criminalidade aumentou ou diminuiu? Qual a percentagem de população imigrante em Portugal? E qual o tempo médio de espera no Serviço Nacional de Saúde? Uma perspetiva inédita que compara o país real e o país percecionado.

Filósofo, escritor e teórico de comunicação, Franco Berardi é uma das vozes mais influentes do pensamento europeu contemporâneo sobre media, linguagem e subjetividade.
No dia 13 de março de 2026, traz ao Uncover uma masterclass onde reflete sobre como a imagem e a perceção se tornaram instrumentos centrais no discurso populista e demagógico, moldando emoções coletivas e distorcendo a experiência do real.
Como resistir à manipulação do olhar num tempo em que ver é, cada vez mais, acreditar?

Podes comprar o passe geral, que te dá acesso a todos os dias do festival, ou um bilhete diário para os dias de acesso pago. Se és subscritor do Gerador ou resides em Guimarães, tens acesso a um preço especial. Para selecionar o tipo de bilhete que pretendes, clica no botão abaixo. No dia 15 de março a entrada é livre.


Que imagem tens de Guimarães? De janeiro a março de 2026, no caminho até à segunda edição do festival Uncover, celebramos vários olhares sobre a cidade num ciclo de sete conversas entre a comunidade, com curadoria de Natacha Carvalho e Pedro Silva, a partir dos temas trabalho, comunidade, ensino, conhecimento, identidade, periferia e futuro. A entrada é livre.
JANEIRO
17
A vida industrial é uma imagem bastante presente quando pensamos em Guimarães e na identidade dos seus lugares. No entanto, à medida que a cidade se transforma social e culturalmente, esse imaginário tende a esbater-se.
Neste primeiro encontro, olhamos para os quotidianos do trabalho industrial enquanto lugares de memória, identidade e património.
A partir de imagens e objetos significativos para cada convidado, iremos pensar os espaços, práticas e rotinas que marcaram gerações e que continuam a influenciar a forma como vivemos e nos relacionamos com o território.
Oradores a anunciar em breve.
JANEIRO
31
11:00 e 16:00
A anunciar
Singularidades de Guimarães: Comunidade
A vida urbana constrói-se nas relações do dia-a-dia entre bairros, comércio local, vizinhanças, espaços de lazer e restauração. São estes lugares de proximidade que ativam a cidade, fortalecem a sociabilidade e sustentam as economias locais.
Neste segundo encontro, refletimos sobre a cidade que habitamos, a partir de memórias, imagens e objetos trazidos pelos convidados, abordando temas como partilha, solidariedade, proximidade e diálogo enquanto valores centrais para compreender e viver o espaço urbano.
Oradores a anunciar em breve.
FEVEREIRO
11
10:00-18:00
A anunciar
Singularidades de Guimarães: Ensino
Vamos olhar para a cidade de Guimarães a partir do ponto de vista de jovens e adolescentes que frequentam estabelecimentos de ensino da cidade e que se encontram no processo de formação e consolidação da sua aprendizagem. Que cidade é esta em que aprendem e que cidade desejam para o seu futuro?
Neste terceiro encontro, desafiamos oradores e audiência a visitar quatro estabelecimentos de ensino de Guimarães, num percurso que tenta recriar relações de proximidade das escolas com as áreas envolventes, ouvindo aqueles que experimentam e percorrem diariamente esses caminhos. Um momento que procura contribuir de forma ativa para envolver e ouvir alunos e professores, numa abordagem crítica e consciente da sua identidade e cultura comum.
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FEVEREIRO
21
11:00 e 16:00
A anunciar
Singularidades de Guimarães: Conhecimento
A cidade faz-se, todos os dias, a partir do conhecimento partilhado, capital humano em movimento, espaços de criação, escolas, parcerias e do trabalho persistente de estruturas amadoras e semiprofissionais. É nessa rede em permanente renovação que convocamos interlocutores para pensar sobre identidades e valores, colocando o conhecimento no centro da reflexão sobre a cidade que habitamos.
Este quarto encontro desenha-se em dois momentos. O primeiro acontece num lugar com forte significado antropológico para Guimarães, a Citânia de Briteiros, onde se investiga um passado comum e se afirma uma memória coletiva que ajuda a compreender quem somos enquanto comunidade, cidade de história e património.
No segundo momento, regressamos ao centro, a uma das instituições mais simbólicas e reconhecidas da cidade, a Sociedade Martins Sarmento, para reunir pensadores, artistas e agentes culturais, para pensar o conhecimento que nasce da arte e da criatividade.
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FEVEREIRO
28
18:00
A anunciar
Singularidades de Guimarães: Identidade
As cidades estão em permanente construção e reinventam-se a partir das suas dinâmicas sociais, económicas e políticas. É nesse movimento contínuo, feito de decisões, conflitos, alianças e afetos, que se fortalece a identidade urbana e aquilo que alguns autores descrevem como uma “estrutura de sentimentos”.
A vida na cidade manifesta-se ainda nos quotidianos e nos rituais comunitários e também se constrói em rede, entre entidades culturais distintas, coproduções, parcerias que, em conjunto, compõem aquilo a que chamamos sistema cultural.
Neste quinto encontro, em que subimos a Montanha da Penha, do centro ao topo, para conversar em espaços tradicionais de convivialidade comunitária, partimos da convicção de que a cidade deve promover direitos humanos e cidadania, acolhendo pessoas e identidades na sua pluralidade. Vamos pensar a cidade como espaço de diversidade, inclusão e igualdade, onde a liberdade de ser e o respeito pelo outro se afirmam como pilares para uma convivência mais justa e orientada para o bem comum.
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MARÇO
7
11:00 e 16:00
A anunciar
Singularidades de Guimarães: Periferia
A ideia de uma urbe cultural está no centro da imagem da cidade do século XXI. As cidades deixaram de ser apenas motores de trabalho e serviços, ou espaços agregadores para quem vem de territórios mais afastados. São, cada vez mais, ecossistemas de pertença, criação e disputa.
Também as periferias se reconfiguram, deixando para trás os bairros urbanizados ao estilo favelado, social ou proletário, e afirmando-se como lugares de convivialidade alternativos aos centros gentrificados e massificados. É nesse vaivém entre pólos urbanos e semiurbanos que se redesenha a vida da cidade.
Para este sexto encontro, desejamos conhecer a cidade através de dois pólos semiurbanos, significativos para compreendermos melhor uma Guimarães que se estende por vilas e freguesias em volta de um espaço urbano disperso. Começamos na vila das Taipas, espaço social que oscila entre Guimarães e Braga, com uma forte identidade cultural. E na segunda parte, rumamos a Pevidém, vila cultural e industrial, pêndulo entre o urbano e industrial que cresceu e uniu Guimarães a concelhos como Vizela ou Santo Tirso.
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MARÇO
13
Festival Uncover
Singularidades de Guimarães: Futuro
Encerramos este ciclo de conversas já no Festival Uncover com uma reflexão sobre o que podemos esperar da cidade de Guimarães e como podemos participar e contribuir para o seu futuro. É pelos cidadãos que a identidade se projeta e se transmite, mas é também por eles que as práticas urbanas se ramificam, se concretizam, se relacionam no território e se constroem nas intersecções entre pessoas, o meio físico, o edificado, o social e o simbólico das cidades.
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