Apoia o Gerador na construção de uma sociedade mais criativa, crítica e participativa. Descobre aqui como.
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A nossa principal função é abrir espaço: espaço para criar, para arriscar, para falhar, para voltar a tentar. Acreditamos que a arte não é um território de poucos, mas uma ferramenta pública, capaz de desbloquear linguagem, imaginação e futuro.
Procuramos formatos porosos e vivos, que juntem criadores e comunidades, que atravessem disciplinas, que fazem do encontro uma metodologia. Interessa-nos a arte como imaginação, como a possibilidade de criar o que ainda não existe. Defendemos o direito à experimentação e à diferença.
Criamos iniciativas que reduzem barreiras de entrada, ampliem públicos e desafiem a ideia de centro e periferia. Se a arte é uma ferramenta para pensar a sociedade, então tem de ser acessível, partilhável e atravessada por múltiplas vozes. Interessa-nos a diversidade não como checklist, mas como condição de qualidade: mais perspectivas geram mais complexidade, e mais complexidade gera melhores perguntas.
E, sobretudo, acreditamos que a arte é coletiva, mesmo quando nasce de uma voz singular. Há sempre um ecossistema por trás: referências, trocas, diálogo, crítica, cuidado, comunidade. O Gerador existe para alimentar esse ecossistema, para aproximar criadores e públicos, e para garantir que a criação continua a ser um espaço de liberdade, de risco e de transformação.
Descobre aqui os nossos projetos mais recentes:
Somos um órgão de comunicação social registado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) com o número 126542. Nascemos com uma ligação profunda à cultura e à arte, mas fomos ampliando o nosso foco para outros temas, refletindo o sentimento de quem nos lê e, também, de quem faz parte do Gerador. Ao longo dos últimos anos estivemos atentos às preocupações dos jovens, às alterações climáticas, aos desafios dos territórios de baixa densidade populacional, à saúde da democracia e às imensas expressões de desigualdade que persistem na sociedade. É exatamente por considerarmos que as desigualdades são o maior obstáculo para o progresso que decidimos, a partir de 2026, dirigir, preferencialmente, o nosso olhar para este tema.
O nosso entendimento sobre o que significam desigualdades é muito largo. Cabem aqui as desigualdades económicas, as desigualdades de acesso e oportunidades, as desigualdades sociais, de género e identitárias, as desigualdades territoriais e ambientais, as desigualdades políticas e de poder ou as desigualdades digitais e de acesso à informação. Procuramos examinar estes problemas com profundidade e apresentar propostas para os combater, por vezes académicas, outras vezes através de casos concretos de sucesso.
Fazemos jornalismo lento contra a tirania do imediato. As nossas reportagens e investigações demoram meses, por vezes anos, a realizarem-se e são fruto de uma equipa multidisciplinar que envolve jornalistas, editores, designers, fotógrafos, videógrafos, ilustradores, académicos e toda a equipa do Gerador. Acreditamos que o jornalismo é um produto colectivo, nunca individual. Por isso, também sentimos que é necessário dar sempre um contexto internacional aos assuntos que abordamos.
Somos rigorosos e dedicados, mas também descontraídos, abertos à crítica e com sentido de humor. Rejeitamos qualquer discriminação baseada no género, religião, origem étnica ou orientação sexual e defendemos os valores da pluralidade e diversidade cultural. Como associação sem fins lucrativos, não temos donos, apenas uma direção eleita regularmente. Somos independentes de pressões políticas, económicas ou de qualquer outro tipo.
Damos espaço às várias expressões da língua portuguesa e da língua inglesa, respeitando as origens dos emissores. Na nossa plataforma será habitual ter contato, simultaneamente, com artigos publicados, por exemplo, em português de Portugal ou português do Brasil, bem como em inglês americano ou inglês sul-africano.
Recorremos à Inteligência Artificial apenas como ferramenta de apoio ao trabalho editorial, sempre sob supervisão humana e nunca como substituto do critério, da responsabilidade ou da sensibilidade de quem faz jornalismo. A sua utilização concentra-se, sobretudo, na correção de erros, numa fase inicial de tradução e na análise conjunta de grandes volumes de dados. Não utilizamos Inteligência Artificial para escrever textos jornalísticos, nem para criar imagens ou vídeos jornalísticos. Exigimos o mesmo cuidado e sentido crítico a entidades ou pessoas com quem colaboramos, mantendo-nos atentos ao modo como recorrem a estas tecnologias.
Publicamos uma revista, de edição limitada, e tentamos tirar o maior proveito das vantagens digitais no nosso site e nas nossas redes sociais para tornar a informação acessível a todos.
Descobre aqui algumas das nossas reportagens premiadas:
Preferimos perguntas a respostas. A nossa visão não é sobre acumular informação, é sobre ganhar ferramentas para interpretar, questionar e agir.
Defendemos uma pedagogia que não confunde velocidade com clareza, nem opinião com pensamento crítico. Aprender, para nós, é desenvolver a capacidade de sustentar perguntas difíceis, de reconhecer a complexidade e de resistir à tentação das respostas instantâneas. É identificar interesses, reconhecer vieses, distinguir evidência de narrativa, e perceber como o poder se organiza na linguagem, nas imagens, nas plataformas, nas instituições, nas rotinas do quotidiano.
Temos consciência que não existe aprendizagem neutra. O que se aprende depende do lugar de onde se olha, do que se vive, do que se teme e do que se deseja. Por isso, interessam-nos abordagens que valorizem o diálogo, a escuta e a confrontação saudável de perspectivas.
E, como em tudo no Gerador, a educação é um gesto colectivo. Aprende-se melhor em comunidade, quando o conhecimento deixa de ser propriedade de um orador e passa a ser uma construção partilhada. A aprendizagem que sonhamos ajuda a transformar. E essa transformação, mesmo quando começa num indivíduo, só se cumpre quando encontra a sociedade e a ajuda a mudar.
Descobre aqui as nossas principais iniciativas:
André Imenso
Direção, Parcerias
Carolina Costa
Gestão de projetos
Carolina Esteves
Comunicação
Clara Amante
Direção
Margarida Marques
Direção, Comunicação
Martim Campos
Produção
Miguel Bica
Vice-Presidente, Produção
Sarah Gonçalves
Academia
Sofia Craveiro
Editorial
Tiago Sigorelho
Presidente, Editorial


Ana Duarte
Produtora


Carolina Touré
Produtora


Cátia Vilaça
Jornalista



Sara Braz
Produtora


A Creative Pioneers é uma rede com mais de 100 entidades que usam a criatividade para a mudança social.


Trans Europe Halles, fundado em 1983, é uma rede de centros de arte e cultura independentes, orientados para as comunidades.


Come Together é uma rede de 7 medias independentes europeus, que procuram linguagens inclusivas, inovadoras e consequentes.


Reset! é uma rede europeia de entidades culturais e de media que olha para a independência como um valor fundamental no setor cultural.


Estamos envolvidos em vários projetos apoiados pelo Europa Criativa, relacionados com novas práticas artísticas e jornalismo.


A Community Arts Network é uma plataforma que capacita indivíduos, organizações e comunidades a utilizar as artes para impacto social.


A European Creative Hubs Network é uma rede liderada por pares que tem como missão aumentar o impacto criativo, económico e social de hubs criativos da Europa e países