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“Travessia”: uma reflexão sobre a identidade brasileira que reside na cidade do Porto

“Qual o sentimento aflorado quando se perde um determinado espaço geográfico e humano (relação do…

Texto de Sofia Craveiro

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“Qual o sentimento aflorado quando se perde um determinado espaço geográfico e humano (relação do lugar de origem e pertença)? Porque é a expropriação um motivo de dor? Como tomar a condição de imigrante como fratura, como uma impossibilidade de alcançar algo?”

Estas são as perguntas que serviram de ponto de partida ao “espectáculo-percurso” de Pedro Vilela, que estará em cena entre 8 e 11 de julho na Quinta do Covelo, no Porto.

Sob o nome “Travessia” a obra dá continuidade à linha de projetos de território e reflexão sobre a “Cidade Invicta” que André Braga e Cláudia Figueiredo têm desenvolvido.

Com encenação e dramaturgia de Pedro Vilela, este novo projeto parte de um encontro com pessoas de nacionalidade brasileira a residir no Porto para “repensar a noção de identidade”, segundo comunicado enviado ao Gerador. O espetáculo é o resultado de conversas com cerca de 50 pessoas, que culminou na reunião de narrativas e testemunhos sobre a condição de imigrante em Portugal.

O espectador é convidado a mergulhar em quatro travessias “intercalando depoimentos pessoais reunidos nas entrevistas e dos performers, procurando traçar diferentes caminhos capazes de revelar o que está oculto nas teias da memória desta tensa relação histórica entre Brasil e Portugal”.

“Travessia é um espectáculo-percurso que visa repensar a noção de identidade, este produto nunca acabado e fruto de um contrastante processo que dá acesso a diferentes imagens da totalidade. Afinal, desconstruir, tal como nos diz Derrida, é justamente revelar as relações de força e poder que estão por detrás da tentativa de construção de raízes únicas”, de acordo com a mesma nota.

Com direção de Pedro Vilela e dramaturgia de Cláudia Figueiredo apoiada por Gonçalo Mota, a peça é co-criada e interpretada por Andrezza Alves, Marcondes Lima, Thaís Guimarães e Vinicius Massucato, sendo promovida pela CRL- Central Eléctrica.

O espetáculo insere-se na programação do Cultura em Expansão, projeto criado pela Câmara Municipal do Porto, que promove anualmente diferentes iniciativas culturais e artísticas em diferentes espaços da cidade.

Local: Quinta do Covelo, Porto
Horário: 19h
Preço: Gratuito (com lotação limitada, sendo obrigatório o levantamente de bilhete no local (máximo de dois por pessoa)

Fotografia de Thiago Liberdade
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3 MARÇO 2025

Onde a mina rasga a montanha

Há sete anos, ao mesmo tempo que se tornava Património Agrícola Mundial, pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), o Barroso viu-se no epicentro da corrida europeia pelo lítio, considerado um metal precioso no movimento de descarbonização das sociedades contemporâneas. “Onde a mina rasga a montanha” é uma investigação em 3 partes dedicada à problemática da exploração de lítio em Covas do Barroso.

Onde a mina rasga a montanha

Reportagem sobre a exploração de lítio em Covas do Barroso. Por Diana Neves. Esta reportagem foi apoiada pela Bolsa Gerador Ciência Viva para jovens jornalistas.

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