Apoia o Gerador na construção de uma sociedade mais criativa, crítica e participativa. Descobre aqui como.

Luís Trigacheiro antecipa álbum de estreia com “Quem Me Vê”

“Quem Me Vê” é o novo tema de avanço do primeiro disco de originais de…

Texto de Ana Margarida Paiva

Apoia o Gerador na construção de uma sociedade mais criativa, crítica e participativa. Descobre aqui como.

"Quem Me Vê" é o novo tema de avanço do primeiro disco de originais de Luís Trigacheiro, que conta com selo da Universal Music Portugal. É já no próximo mês que "Fado do Meu Cante" chega aos ouvidos do público.

Para Luís Trigacheiro, "é um tema muito específico e pessoal", começou por revelar ao Gerador. Movido pelo valor de humanidade aliado ao valor de família, o cantor alentejano explora as "essências que cada um de nós tem e a mistura e fusão de coisas absorvidas por todas as pessoas que, de alguma forma, são referência para nós". Posto isto, acredita que é capaz de chegar a todas as casas e a todas as mentalidades "de formas diferentes com a mesma letra".

"Quem Me Vê" conta com autoria de Tiago Nogueira, com música de Tiago Nogueira e Ricardo Liz Almeida e com produção de Diogo Clemente. Para além disso, surge acompanhado por um teledisco realizado por André Tentúgal, que capta um momento de família num monte alentejano como pano de fundo.

No que diz respeito ao álbum de estreia, "o público pode esperar uma mescla grande de estilos musicais", afirmou o cantor. Embora pense no fado e no cante alentejano como uma parte da sua identidade, "Fado do Meu Cante" é isso e mais além. "É o meu primeiro projeto a solo e lá existem muitas abordagens da minha forma de interpretar, porque nem todos os temas se abordam da mesma forma, basta a mensagem ser diferente e a interpretação já muda", explicou.

Luís Trigacheiro ficou conhecido após se ter sagrado vencedor do concurso televisivo The Voice Portugal (2020). Sob a alçada de Marisa Liz, o cantor ganhou um curso de Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada e assegurou um contrato discográfico com a Universal Music Portugal, permitindo-lhe chegar a esta fase em que se encontra – prestes a editar o primeiro disco de originais.

"Tem para mim um grande peso! Representa conhecimento, aprendizagem, horas de trabalho, dedicação e amor à camisola. Um álbum só se sabe se é bom depois de sair, até pode ter a capa mais linda do mundo, modéstia à parte é o caso [risos], mas se a música não for o que o público quer ouvir, então o sucesso poderá ser pouco. É como um prato de comida, pode ser lindo e bem decorado, se não for delicioso nunca mais ninguém o pede", concluiu Luís Trigacheiro. "Meu Nome É Saudade" e "Peixe Fora De Água" são os restantes singles conhecidos até à data.

Há encontro marcado no Tivoli BBVA, em Lisboa, no dia 26 de maio pelas 21h00, para um concerto de apresentação de "Fado do Meu Cante". Os bilhetes variam entre os 12,50€ e os 20€ e podem ser adquiridos aqui.

Texto de Ana Margarida Paiva
Fotografia de Gonçalo F. Santos

Se este artigo te interessou vale a pena espreitares estes também

8 Maio 2026

Dia Mundial da Migração dos Peixes com celebração dedicada no rio Alviela

1 Maio 2026

Está a chegar o Cultivar, o novo simpósio dedicado à gastronomia e cultura alimentar

8 Abril 2026

Paul da Goucha, em Alpiarça, recebe uma das maiores iniciativas mundiais de ciência cidadã

6 Novembro 2025

Ovar Expande: ser cantautor para lá das convenções

13 Outubro 2025

Jornalista afegã pede ajuda a Portugal para escapar ao terror talibã

18 Setembro 2025

Arte, pensamento crítico e ativismo queer reúnem-se numa ‘Densa Nuvem de Amor’

17 Setembro 2025

MediaCon: convenção de jornalismo regressa a Lisboa em outubro

24 Julho 2025

MediaCon 2025 tem candidaturas abertas para novos projetos de jornalismo

2 Julho 2025

Candidaturas abertas para o Workshop de Curadores da 13.ª Bienal de Berlim

16 Junho 2025

Para as associações lisboetas, os Santos não são apenas tradição, mas também resistência

Academia: Programa de Pensamento Crítico Gerador

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Fundos Europeus para as Artes e Cultura I – da Ideia ao Projeto [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Oficina Imaginação para entender o Futuro

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Jornalismo Literário: Do poder dos factos à beleza narrativa [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Jornalismo e Crítica Musical [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Clube de Leitura Anti-Desinformação 

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Financiamento de Estruturas e Projetos Culturais [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Desarrumar a escrita: oficina prática [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Curso Política e Cidadania para a Democracia

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Comunicação Cultural [online]

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Criação e Manutenção de Associações Culturais

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Oficina Literacia Mediática

Duração: 15h

Formato: Online

30 JANEIRO A 15 FEVEREIRO 2024

Autor Leitor: um livro escrito com quem lê 

Duração: 15h

Formato: Online

Investigações: conhece as nossas principais reportagens, feitas de jornalismo lento

20 abril 2026

Futuro ou espaço de incerteza? A visão de Diogo Cândido sobre o ensino superior

Para muitos jovens o ensino superior continua a ser o percurso natural, quase obrigatório, para garantir um futuro melhor. Apesar disso, nem todos os que escolhem seguir este caminho encontram uma realidade correspondente às expetativas. Neste projeto, procuramos perceber, através de uma reportagem aprofundada e testemunhos em vídeo, o que está realmente a em causa no ensino superior em Portugal. O que está a afastar os jovens? O que os faz ficar ou sair? E, sobretudo, que país estamos a construir quando estudar se transforma num privilégio ou num risco.

16 fevereiro 2026

Com o patrocínio do governo, a desinformação na Eslováquia está a afetar pessoas, valores e instituições

Ataques a jornalistas, descredibilização da comunicação social independente, propagação de informação falsa, desmantelamento de instituições culturais. A desinformação na Eslováquia está a crescer com o patrocínio dos responsáveis políticos, que trazem para o mainstream as narrativas das margens. Com ataques e mudanças legislativas feitas à medida, agudiza-se a polarização da sociedade que está a prejudicar a democracia e o sentimento europeísta.

Carrinho de compras0
There are no products in the cart!
Continuar na loja
0