Em celebração do teatro, Vila Real e Bragança organizaram  a 16ª edição do Festival Vinte e Sete, um festival de teatro, a decorrer entre 6 de Março e 22 de Abril, nos teatros municipais destas cidades.

Vinte e Sete conta com 13 espectáculos, entre os quais Limbo, encenado por Sara Carinhas, Je Ne Sais Quoi, de Ángel Fragua e encenação de Mara Correia, Castro, de António Ferreira e encenação de Nuno Cardoso, Antígona, de Sófocles e encenação de Mónica Garnel, Desastre Nu, produção de Teatro Art'Imagem, de António Aragão e encenação de Daniela Pêgo, Velocidade de Escape, produção de Visões Úteis, de Ana Vitorino, Carlos Costa e João Martins, Coração que é livre fica, de ESTE - Estação Teatral, com direcção e dramaturgia de Nuno Pina Custódio, Napoleão ou o Complexo de Édipo, criação colectiva da Companhia do Chapitô, com encenação de Cláudia Nóvoa e José C. Garcia, Toca, produção de  UMCOLECTIVO, com criação de Marta Terrica e dramaturgia de José Pinto, e Hamlet, produção colectiva da Companhia do Chapitô, "com inadaptação a partir do texto de William Shakespeare", e direcção de Cláudia Nõvoa, José C. Garcia e Tiago Viegas.

A programação conta, também, com o público infantil. O Teatro a Quatro apresenta Planeta Plim, um teatro para bebés, com criação de Catarina Santos, Isabel Carvalho e Mónica Tavares. Limite Zero levará Em Busca do Planeta Perdido, de Jorge Constante Pereira e encenação de Raul Constante Pereira, Alice, de Filipe Gouveia e Rita Calatré, com encenação de Xico Alves, subirá a palco com a Jangada de Teatro.

Algumas destas produções já habitaram os Teatros Nacionais, D. Maria II e São João. A estas juntam-se dez companhias portuguesas com diferentes propostas artísticas. Dentro de pouco tempo, serão acolhidas pelo Teatro Municipal de Vila Real e pelo Teatro Municipal de Bragança.

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Texto de Raquel Botelho Rodrigues
Fotografia de Estelle Valente