A 3 e 4 de Março, terá lugar, na Culturgest, as conferências As Coisas Fundadas no Silêncioque se inserem num programa mais vasto, a decorrer até 31 de Maio. Para além destas conferências, o programa d'As Coisas Fundadas no Silêncio envolve uma exposição, sessões de filosofia com crianças, visitas a uma câmara anecóica, duas performances, um ciclo de cinema, um concerto e um workshop.

Vários especialistas de distintas áreas, desde as ciências às artes, reflectirão sobre o silêncio, a sua relação com a espiritualidade, a criatividade, a saúde e a política, as suas facetas e exigências. Entre os oradores, estão Inês Gil (Cinema), Emília Tavares (Curadoria), Raquel Castro (Realização, Programação Cultural), Carlos Alberto Augusto (Design Sonoro), Gonçalo M.Tavares (Literatura), Ruben Gonçalves (Astrofísica), Alexandre Pieroni Calado (Teatro), Vânia Rovisco (Dança), Lucinda Correia (Arquitectura), Joana Gama (Música), Luís Cláudio Ribeiro (Epistemologia do Som) e Paulo Borges (Filosofia da Religião).

"Em 1946, Aldous Huxley declarava que o século XX era “a Era do Ruído. Ruído físico, ruído mental e ruído do desejo — de todos eles registamos o record.” Num relatório de 2011, a Organização Mundial de Saúde chamou à poluição sonora uma “praga moderna”, concluindo que “há evidências contundentes de que a exposição ao ruído ambiental tem efeitos adversos sobre a saúde da população”", lê-se na descrição do programa.

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Texto de Raquel Botelho Rodrigues
Cartaz cedido pela assessoria de imprensa da Culturgest