O projeto Aurora Negra, criada por Cleo Tavares, Isabél Zuaa e Nádia Yracema, é o vencedor da segunda edição da Bolsa Amélia Rey Colaço.

O Teatro Nacional D. Maria II, o Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo e este ano, o Teatro Viriato, juntaram-se para promover a produção de espetáculos de jovens artistas e companhias emergentes, através da Bolsa Amélia Rey Colaço, que com um montante pecuniário de 22.000€, pretende incentivar a renovação da criação teatral portuguesa. O projeto vencedor da primeira edição foi Parlamento Elefante, que esteve em cena entre os dias 10 e 19 de maio na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II.

A assessora artística do TNDM II, Magda Bizarro, a diretora geral e de programação do Teatro Viriato, Paula Garcia, o diretor artístico do CCVF, Rui Torrinha e o diretor artístico do EdT, Rui Horta, compuseram o júri que elegeu Aurora Negra como projeto vencedor da segunda edição da Bolsa. O projeto conta a história de três mulheres que procuram as raízes mais profundas das suas origens.

Tal como o projeto vencedor da primeira edição, para além do valor monetário, a Bolsa permite ainda acesso a 5 residências artísticas no total de 9 semanas de trabalho, concluindo com a estreia do projeto em Montemor-o-Novo em maio 2020, seguindo apresentações no Teatro Viriato, no Teatro Nacional D. Maria II e no Centro Cultural Vila Flor.

Texto de Rita Matias dos Santos
Fotografia de Loubna Benamer, via Unsplash
O Gerador é parceiro do Teatro Nacional D. Maria II

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