Transplantado do Alentejo para Lisboa, onde vive há vários anos, Daniel divide o seu tempo entre as ciências, a história, e as artes performativas.

Visita regularmente o século XIX, para tentar perceber o que faziam Darwin e outros cientistas. A dança contemporânea ensinou-lhe que um outro mundo é possível. Escreve textos para teatro e tem uma peça publicada, EUROPA. Admira muito o grupo de teatro Os Possessos, onde se sente parte da família. Ainda acredita no papel político do teatro.

Fotografias de Ana Brígida