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Em agosto “planta-se teatro, música e novo circo” na aldeia de Valezim

O Ocupar a Velga decorre de 15 a 20 de agosto. “Se outrora havia batata, centeio e milho, agora planta-se teatro, música e novo circo com o Ocupar a Velga”, anuncia a organização.

Fotografia Vitor Oliveira via Wikipedia

A aldeia de Valezim, no concelho de Seia, vai ser “ocupada”, entre 15 a 20 de agosto, por “teatro, música e novo circo”, estando previstas atividades, neste âmbito, para graúdos, mas também para miúdos. “Se outrora havia batata, centeio e milho, agora planta-se teatro, música e novo circo com o Ocupar a Velga”, anuncia a organização.

Na tradição oral, velga é nome dado aos “pequenos campos cultivados, que se distribuem nas encostas da Serra da Estrela, e onde outrora se plantavam batatas e semeava milho”. 

Ora, o que o Ocupar Velga propõe é olhar para esses espaços e para a aldeia com vontade de os habitar de teatro, música e novo circo, enchendo-os de “histórias e novos caminhos a descobrir”. “Queremos usar as ruas, largos e salões e fazer deles o cenários desta ocupação. Agitar os dias longos de verão e as noites quentes de agosto. Convidar quem passa, desafiar quem vê”, sublinham os responsáveis citados em comunicado.

Para os mais novos, a programação arranca a 15 de agosto com a segunda edição do miniLab de artes performativas, que se estenderá até dia 19 de agosto. Este laboratório dirige-se a crianças menores de 13 anos e contará com a orientação da bailarina Francisca Mantas Pinto.

Já para os graúdos, a programação arranca a 17 de agosto. Nesse dia, haverá para ver “Muita Trabalha, Pouca Trabalha”, da atriz e encenadora Catarina Requeijo. Em causa está uma “uma viagem bem disposta e cheia de contratempos”. Nesse mesmo dia, haverá ainda para ver espetáculo de circo contemporâneo da companhia Erva Daninha. 

Ainda a 17 de agosto (e até dia 20), será apresentado o “Sofá em Mi Maior”. “ Há sofás para sentar, admirar e escutar. São uma criação da companhia de teatro de Canas de Senhorim, Amarelo Silvestre, com Lígia Soares e um convite à pausa e à escuta. Se os encontrar, atreva-se a deitar-se e ouvir o que têm para lhe contar”, convida a organização do Ocupar a Velga.

No dia seguinte, Catarina Requeijo trará “Memórias de uma Falsificadora”, “a história de Margarida Tengarrinha e a vida na clandestinidade desta e tantas outras mulheres durante o período do Estado Novo”. E no dia 19, “O Gajo” sobe ao palco para apresentar as raízes da música portuguesa, ao sim da viola campaniça.

“Para sábado, dia 20, num dia em que a programação é repartida com a Associação Vallecinus, o convite é madrugar e ir caminhar. O roteiro percorre várias partes importantes da aldeia e de outros trilhos pedestres”, indica a organização. Já à tarde, haverá “animação na piscina para miúdos e show cooking no salão para graúdos”. E à noite, a aldeia recebe Rui Paixão (ex-membro do Cirque du Soleil) e o seu palhaço Albano, “numa exploração do medo do ridículo e de como rir do desconforto”. A noite (e o evento) terminará com DJ Steven e DJ Boozye.

O Ocupar a Velga é um projeto da Produção d’Fusão, que conta com financiamento do Garantir Cultura, e apoio da Junta de Freguesia de Valezim e a Associação Vallecinus.

A programação pode ser consultada online.

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