O Black Bass – Évora Fest 2019 decorre de 14 a 16 de Novembro, em diferentes espaços da cidade de Évora, com algumas bandas já anunciadas e várias ainda por anunciar. O festival eborense está, assim, de regresso para 3 dias de muita música nacional e internacional.

Este ano, os concertos ocuparão, no primeiro dia de festival, a Sociedade Harmonia Eborense, e nos restantes dois dias a SOIR Joaquim António d’Aguiar. Entre as bandas já anunciadas estão os portugueses Sun Blossoms e Vaipraia, de Lisboa, e El Señor, de Fafe, aos quais se juntam os franceses Bad Pelicans, de Paris, e Beach Bugs, de Limoges, e os espanhóis FAVX, de Madrid.

Vaiapraia é o projecto de Rodrigo Vaiapraia, que começou a compor e a cantar canções ao vivo em 2013 e lançou o último EP Amor Duro em 2018. Sun Blossoms é o projecto pessoal de Alex Fernandes, a quem agora se juntam também na bateria Luís Barros e no baixo Alexandre Rendeiro (Alek Rein). Os El Senõr, de Fafe, estrearam-se em 2017 com o EP Alvorada Beat e preparam-se agora para lançar o seu primeiro álbum Suburbs of Joy, tendo já lançado o single homónimo que constará no novo disco. Bad Pelicans são um trio francês, oriundo de Paris e composto por Lucas Lecacheur, Fernando Dias Marques e Simon Vouland, com um estilo musical que passa pelo rock, garage, punk e grunge. Os Beach Bugs são um trio punk da cidade francesa Limoges, que lançaram em Janeiro deste ano o seu primeiro EP Headache TimeOs espanhóis FAVX nasceram na crescente cena musical de Madrid, editaram o seu primeiro EP Welfare em Janeiro de 2018 e fizeram recentemente uma tour com cerca de 30 concertos nos Estados Unidos.

Com várias bandas do cartaz ainda por anunciar, o Black Bass – Évora Fest 2019 apresenta já um cartaz com alguns dos melhores projectos nacionais e internacionais da música garage, punk e rock. Os bilhetes estão à venda por 12€ para os dias 15 e 16, ou 10€ para apenas um dos dias, e a entrada é livre no dia 14, para sócios da Sociedade Harmonia Eborense com as quotas em dia, ou 3€ para sócios temporários.

Texto de Francisco Cambim
Fotografia de Quaid Lagan disponível via Unsplash

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