O Lava - Festival Internacional de Jazz está de regresso ao Pico, de 16 a 18 de setembro, com concertos em vários restaurantes da ilha. Para além da música, a iniciativa pretende também promover a gastronomia e vinhos atlânticos.

Para esta segunda edição, a organização selecionou os artistas solo Maria Casal e Lino, de Portugal; Keterina L'dokova, da Bielorrússia; e Duane Forrest, do Canadá. "A projeção que o festival atingiu, logo no seu primeiro ano, fez com que as nossas caixas de mensagens fossem invadidas por propostas de artistas”, conta Daniela Silveira, produtora e diretora criativa do certame que nasceu, em 2019, da vontade de criar um festival dedicado ao jazz no grupo central do arquipélago dos Açores. 

"O Lava veio preencher esta lacuna. Tendo em conta as especificidades destas ilhas, criamos um novo conceito nunca antes explorado e com uma vertente moderna e erudita, que vai ao encontro dos objetivos e pretensões que o Pico tem de elevar a qualidade da oferta turística e oferta cultural”, refere.

À semelhança da primeira edição, que esgotou todos os espaços aderentes, também  este ano, as previsões são otimistas. As reservas estão abertas desde o início deste mês de setembro, e a entrada é gratuita, mas limitada à lotação dos espaços aderentes.

Os concertos vão decorrer no Georgette Restaurante, na Casa Âncora e no Cella Bar, nos dias 16, 17 e 18 de setembro, respetivamente. A iniciativa pretende “proporcionar ao espectador uma experiência sensitiva completa, criando um momento intimista onde se desfruta de boa música, boa comida e um bom vinho - um momento de prazer e relaxamento”, explica Daniela.

“A ideia é desfrutarem de um menu especialmente elaborado para os  dias do festival, acompanhado de um bom vinho atlântico e, para sobremesa, desfrutar de um concerto de jazz, que, no contexto atual, podemos afirmar que é um luxo.” As reservas  são efetuadas diretamente nos restaurantes. 

Prestes a arrancar esta segunda edição, a organização já pensa em alargar o circuito, no próximo ano, “contando com uma maior seleção de espaços aderentes ao festival”, e em “expandir o festival à outras ilhas do triângulo, aumentando assim este circuito de jazz".

Texto de Flávia Brito
Fotografia da cortesia da organização

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