Catarina Botelho e David Gueniot convidam, este sábado, Martim Ramos, Augusto Brázio, Rui Dias Monteiro, Pauliana Pimentel, Margarida Correia, Mariana Viegas e Uncle, para uma conversa sobre o olhar e representações da cidade, retratados em fotografia.

As perguntas “Para onde olha a fotografia que olha para Lisboa?”, “Que lugares, situações, acontecimentos, transformações mobilizam o olhar das fotógrafas?”, “Como é que estes olhares se relacionam com a cidade que temos hoje?”, “De que forma as representações moldam os lugares?”, foram o ponto de partida para a interação, que desencadeará na constituição de um projeto editorial sobre a Lisboa de hoje.

As captações foram realizadas, desde o início do período da austeridade, por volta de 2010, até agora.

Impulsionado pelo Teatro do Bairro Alto, existiram outros eventos, nos dias 16,17 e 18 de dezembro, que reuniu durante o tempo de uma refeição, um francês Frédéric Danos, interessado por biografia familiar, o português, Nuno Lucas, que estudou música, faz teatro e dança, e Geoffrey Carey, ator norte-americano que cresceu em Hollywood, a falarem sobre o quotidiano. A música da Tropa Macaca, no dia 11 de dezembro, um duo composto por André Abel e Joana da Conceição.

O evento foi adiado algumas vezes devido à pandemia, mas regressa, no último dia, com entrada gratuita.

Texto de Filipa Bossuet

Fotografia de Patrícia Almeida e Augusto Brázio
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