Desde o dia em que chegou da maternidade e o Pai a mergulhou no Close to the Edge que Clara nunca mais largou a música. Em 2012, estreia-se profissionalmente na Ópera Infanto-Juvenil Cinderella, de Peter Maxwell Davies, na mesma altura em que estudou piano e participou em masterclesses com professores como Daniel Bento ou o pianista belga Jan Michaels. Em 2014, participa na estreia do Espetáculo Musico-Teatral A Rua e meses depois grava o tema Pó de Arroz para uma editora de livros escolares. 

A dada altura, descobre o jazz e candidata-se à Lisbon Jazz, onde acabou por conhecer grandes nomes da cena nacional como Gonçalo Marques, Bruno Santos, João Guimarães ou Joana Espadinha, que durante esse percurso foram seus professores, assim como os Miosótis, banda que a “adotou” e mostrou novos caminhos musicais.

Envolvida no rock progressivo nacional por via da Portugal Progressivo-Associação Cultural (fundadora do Gouveia Art Rock) segue o sonho e, em 2018, funda o Prog At LaV, Festival inteiramente dedicado à Música Progressiva, que é o único (a par do Gouveia Art Rock) festival inteiramente dedicado à música progressiva. Atualmente, encontra-se por entre os caminhos do canto lírico, da banda que agencia-Peixe Frito, da produção cultural e entre outros.

Fica com a sua seleção de 10 músicas, aqui:

“Corte no Real”, Miosótis
“A Dança dos Pássaros”, António Pinho Vargas
“Canção dʼEmbalar “, Zeca Afonso
“Cantiga da Terra”, Zeca Medeiros
 “Liberdade”, Sérgio Godinho
“À beira do Fim”, Tantra
 “Fuga para o Espaço”, José Cid
“Hoje”, Trovante
“Jardim Terra”, Beatnicks
“Lado do Mar”, Álvaro Silveira
Fotografia da cortesia de Mariana Mendes
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