Filho da Mãe é Rui Carvalho, um licenciado em Arqueologia que se perdeu pela música ao longo do seu percurso académico. Começou cedo com a guitarra do pai, e, mais tarde, pôs em prática a guitarra a solo com Filho da Mãe e dedicou-se, num salto, a isso exclusivamente. Estreou-se com “Palácio” (Rastilho Records- 2012) e seguiu-se um EP de sete polegadas a meias com Linda Martini. Entretanto já vai no terceiro disco, lançado em 2018, sob o título ÁGUA-MÁ, depois de uma residência improvisada no Funchal, em que juntou à desorientação geográfica, própria das bússolas partidas, alguma poncha.

Vais poder ver o Filho da Mãe ao vivo no Festival A Porta, que tem estado a acontecer em Leiria desde dia 16 e que se prolonga até dia 24 de junho. O concerto é no dia 23 de Junho, às 17h30, na Igreja da Misericórdia. Podes ficar a conhecer o resto da programação aqui :-)

Entretanto, perguntámos-lhe quais os temas nacionais que não dispensa. Ouve tudo abaixo:

Linda Martini – Gravidade
Esta música é acerca das minhas manhãs. Tudo me cai das mãos, grito esta frase com frequência, menos afinado.

JP Simões – Eu Gosto de Me Drogar 
Fico feliz por existir este senhor na nossa música. Não sei ele gostaria de se chamado de “senhor” mas pelo sim, pelo não, ficamos assim.

PAUS – Madeira
Aquele malhão

Dead Combo – putos a roubar maçãs
Acho que fiz parte da minha faculdade a ouvir músicas deste disco, na altura ainda se conseguia andar de elétrico em Lisboa.
 
Scúru Fitchádu – Ken Ki Frâ?
Funaná é Punk, Punk é Funaná.

Norberto Lobo – Pen Ward
Tudo tão bom.

Carlos Paredes – É escolher uma na verdade, mas vai a Melodia N°1.
A par de Dead Combo o Carlos Paredes não me deixava estudar, mas era perfeito para ouvir no elétrico (quando se podia andar no 28). Durante muito tempo ouvi repetidamente a discografia

Ená Pá 2000 – Quero Foder Contigo
Bom, não fica muito por dizer…a verdade é que me propus a uma ex-namorada numa aula de desenho técnico com esta música nos phones. Péssima ideia. Não recomendo. Mas funcionou….estranhamente…

Papaya – FUN 
Banda de amigos, FUN mesmo, entre NY e Lisboa andam pouco por aí mas vale muito a pena.
 
Black Bombain – Africa II
A dançar em cima de brita desde 2000 e sei lá quando

 

 

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