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Mina Andala: “Não há negro nenhum em Portugal que não possa ser o que quiser”

Mina Andala é uma cara bem conhecida do público português, e até dos PALOP. Desde o início dos anos 2000, vimo-la em diferentes programas televisivos dedicados ao humor, como o Programa da Maria (RTP), com Maria Rueff; “Santos da Casa” (RTP) ou novelas de horário nobre, como “Laços de Sangue” (SIC) e “A Única Mulher” (TVI). Apesar de a sua presença constante nos écrans, Mina recordou-nos como o meio artístico em Portugal é um campo minado de incertezas, o que a levou a imigrar para o Reino Unido há cerca de 15 anos e onde tem brilhado em filmes e séries.

Texto de Redação

Mina Andala | ©Bantumen

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O seu último trabalho – para o filme Firebrand, do realizador brasileiro-argelino Karim Aïnouz, e onde contracena com respeitados nomes da cena internacional, como Jude Law, Alicia Vikander e Sam Riley – levou-a até à passadeira vermelha do Festival de Cannes.

Se em Portugal os castings para filmes, séries ou novelas tinham como finalidade perceber qual seria a sua próxima personagem negra, no Reino Unido as coisas acontecem de forma diferente. Além de alguns papéis serem-lhe propostos diretamente, já aconteceu ser escolhida em castings para desempenhar personagens que nada tinham a ver nem com o seu género ou fenótipo. “O papel que fiz para a self tape era para um homem branco. E fui escolhida”, diz-nos com admiração pelo ambiente que se vive no universo do cinema naquele país.

Neste entrevista com a artista, Mina conta-nos como foi a estreia em Cannes – onde sublinha ter sido tratada de igual para igual – como vê a carreira que trilhou em Portugal e o quanto as portas ainda estão entreabertas para os artistas negros. Contudo, destaca também a importância de cada um procurar o seu próprio lugar, uma vez que a indústria do cinema em terras lusas não é boa “nem para filhos nem para enteados”.

Parte de criar o seu lugar passa também por construir projetos em nome próprio. O próximo será uma co-produção, a ser rodada em São Tomé e Príncipe e que será a primeira longa metragem produzida no país.

Mina, podes falar-nos sobre o que te levou a Cannes?

No ano passado, participei num filme de um realizador brasileiro-argelino, Karim Aïnouz, já com provas dadas na indústria mas este Firebrand é a sua primeira longa totalmente em inglês. É baseado no romance The Queen’s Gambit. Estavam à procura de uma atriz negra, com um background cabo-verdiano que soubesse falar um bocado de espanhol, inglês e sou mais ou menos eu no percurso (risos) e fiz o casting. Estive com o Karim e a diretora de casting foi a Nina Gold, muito conhecida, fez o “Game of Thrones“. Foi amor à primeira vista. Por acaso fui escolhida mas saí da sala a pensar que, mesmo que não me escolhessem, queria mesmo trabalhar com este realizador. Já tinha visto Madame Satã e A Vida Invisível de Eurídice Gusmão e não fixei o nome do realizador mas lembro-me de pensar: “isto é muito bom”. E, de repente, estou numa sala com ele.

Estes trabalhos têm surgido sempre a partir de casting ou já recebes convites?

Em Inglaterra, onde ninguém me conhece de lado nenhum, já começo a ter ofertas diretas. Não tenho assim um percurso de trabalho no Reino Unido que o justifique, mas já trabalhei com agentes de casting que conhecem o meu trabalho. Por exemplo, fiz o “Unforgotten”, uma série muito conhecida aqui e a Louise Cost viu esse meu trabalho e deu-me um papel principal numa outra série, “The Chelsea Detective”. Assim, direto. Não precisei fazer casting.

Em Portugal – não me estou a queixar – para tudo e para nada é preciso casting mesmo quando já estão há 30 anos [na indústria]. Só no “A Única Mulher” é que não me pediram.

Voltando a Cannes, para nós negros que estamos num nível de luta muito inferior aos negros em França ou Inglaterra, todos são estrelas ou precisaste virar as câmaras para ti para chamar a atenção?

Eu não queria ir. E não é só uma questão artística, é que aquela coisa de o que vestir é complicado para as mulheres. O Karim disse-me “eu quero-te aqui em Cannes. Vai ser bom para a tua carreira.” E uma amiga minha disse-me “ocupa o teu espaço, tens o direito de estar lá”. É que sou muito tímida, mas foi o que fiz. E ainda bem que fui. E já sabia que o Jude Law é uma pessoa extraordinária, um ator, um criador, um artista extraordinário. O Sam Riley era mais tímido mas também é um ser humano luminoso. A Alicia Vikander também é muito tímida mas é um amor de pessoa.

No primeiro dia, havia um jantar de equipa e eles foram ter comigo. Comigo! Nunca me aconteceu em Portugal no início da minha carreira. Mas aconteceu-me no Reino Unido. As pessoas percebem-te. Apercebem-se que o teu nome é estrangeiro, fazem o seu trabalho de casa e assim que te vêem entrar no set, no estúdio, recebem-te com um Welcome Mina! Welcome. E isso eleva-te. Valida-te. Diz-te que tens o direito de estar ali. E trataram-me sempre de igual para igual. Quer durante as filmagens, quer durante esta semana em Cannes. Para o ano lá estarei. Independentemente de ter lá um filme ou não. Eu gosto de filmes, não consegui ver nenhum com o corre-corre mas para o próximo ano vou lá ver filmes.

O que te levou a mudar para a Inglaterra?

O Reino Unido agora é a minha casa, embora o meu coração pertença a Portugal. Portugal não me deve nada, atenção – sei o que a casa gasta. Portugal não é bom nem para filhos nem para enteados. E é bom que a gente se aperceba disso o mais rápido possível. E é o que digo a todos os jovens: Portugal não te deve nada. Se vais ficar à espera que Portugal te dê alguma coisa, vais morrer seco. Não dá aos filhos, vai-te dar a ti? Se queres oportunidades tens de as criar. Para mim, essas oportunidades passaram por sair de Portugal. Estava a ficar triste, ressentida, com a falta de oportunidades. E eu gosto de trabalhar e via personagens que podia perfeitamente fazer e estava a ficar amarga. Para mim não dá. Preferi desistir e sair. Esse não foi o motivo pelo qual queria ser atriz.

Vim para cá para fazer um workshop de realização e adorei. A primeira peça que vi foi Hammelet, o protagonista era o Jude Law e disse logo “eu vou ficar”.

É tão básico. Lembro-me de ver imensos empregados de mesa negros, de ter ido ao banco e ver um homem negro de rastas e piercings atrás do balcão e senti-me uma parola a olhar para o homem. Pensei “tanto trabalho!”. (risos) E percebi que tinha de ficar. Fui e passados dois ou três dias voltei e nunca mais voltei para Portugal. Eu precisava curar a minha alma do “sou menos, que não tenho espaço, que coisas boas não são para mim”, e aquelas coisas que aprendemos quando estamos a crescer.

Como é que foi estudar teatro, quem foram os teus colegas e como é que as pessoas que te criaram receberam a notícia de que ias estudar teatro?

Cresci com uns pais extraordinários. Conseguiram tirar a quarta classe em Lisboa, à noite, já tinham dois filhos e depois do trabalho iam com muito sacrifício.

Quando disse à minha mãe, eu sei que ela não percebeu muito bem para quê, para que serve ou como ia ganhar a vida, mas há uma coisa, quando eles não percebem eles respeitam e dão valor. Acho que só a meio da minha caminhada é que a minha mãe percebeu que o curso que tirei não iria pagar sempre as contas. Porque ela via-me muitas vezes em casa sem trabalhar. Com os jovens do meu bairro criei uma associação de solidariedade social, por isso mesmo. Porque não estava a trabalhar e eu precisava fazer alguma coisa.

No conservatório, foi o paraíso. Sempre me apercebi que aquele tempo em que estava ali era um tempo muito especial em que teria de fazer tudo aquilo que mais tarde não poderia fazer. No meu caso foram cinco anos, sempre tentei fugir das personagens super secundárias, das empregadas e os meus colegas sempre perceberam isso e eram pessoas extraordinárias que sempre acolheram esse meu desejo de estar ali de igual para igual.

Eu era muito jovem. Hoje não concorreria ao conservatório com 18 anos. Terminei o liceu, fui logo para o conservatório e aceitaram-me. Estava ali com o Tiago Rodrigues, ex-diretor do Teatro Nacional, Catarina Requejo, Carla Zabar, Cláudia Gaiolas, Nuno Lopes, Gonçalo Amorim, Luís Gaspar, Marta Furtado, Ana Clói e Dinarte Branco. A maior parte dos grandes atores de agora, ou estavam na minha turma ou no ano anterior ou a seguir. É a geração que neste momento está a dar cartas.

A minha atitude sempre foi de muita humildade. Via-os trabalhar e ficava “uau, eu não sou capaz de fazer isto”. Então prestava muita atenção à maneira como os meus colegas trabalhavam. Infelizmente, os meus pais nunca me puxaram para ir ao teatro. Eles nunca tinham ido e nunca me puxaram. Quando estava a estudar só tinha ido ao teatro uma vez para fazer uma oficina de expressão dramática, com o professor e ator António Fonseca e ele levou-nos à Cornocópia ver uma peça de teatro. Foi a minha única experiência. E disse isso nas provas para entrar no conservatório. E, portanto, todos os exercícios, todas aquelas manifestações teatrais a que estava exposta durante o conservatório, levava muito a sério e estava muito atenta e admirava os meus colegas. E sou assim até hoje. Adoro ver os meus colegas trabalhar. E digo isso a quem quer ser ator. Vai ao teatro e vê quem sabe. Porque, assim, também se aprende. E essa foi a melhor atitude que eu poderia ter ali dentro. O ver, aprender, prestar atenção, dar valor a quem já era ator.

Era uma sorte estar ali, se calhar não merecia mas, porque estava, ocupei o meu espaço. Lembro que, houve alturas muito difíceis. Houve alguns professores que me fizeram uma perseguição serrada. Era quase hábito naquela altura, para perceber se queríamos mesmo ser atores. E houve momentos muito complicados. Lembro-me de estar no autocarro Outurela-Lisboa e de estar ali “eu não vou desistir, não vou desistir, não vou desistir”, que era o que eles queriam. Mas não desisti. Não havia negros. Havia [apenas] o Júlio Mesquita. E depois no segundo ano, o Alfredo Nobre e a Ana azul, que desistiu. O que gosto de dizer é que não estou onde estou porque sou a melhor, porque lembro-me de pessoas muito talentosas mas que ficaram pelo caminho. Esta carreira faz-se de teimosia, que é o meu caso. Eu não sou a melhor.

Quais foram as dores? Questionaste-te muitas vezes?

Este é um trabalho em que, sejas preto, branco azul ou amarelo, estás tramado. A não ser que tenhas sorte e que, logo ali no início da carreira, faças um contrato com uma produtora e consigas uma novela. Que é onde se ganha melhor em Portugal, quando fazes novelas, séries… Porque senão, é complicado, pagar uma renda, ou se tiveres filhos, jesus. É muito complicado.

O primeiro trabalho que fiz, foi “O Programa da Maria” (RTP). Lembro-me da Maria [Rueff] me ter dito, “vocês guardem o vosso dinheiro”. Porque ela fez “A Mulher do Sr. Ministro” ou qualquer coisa com o Herman [José] e ela pensou, acho, “a partir de agora vou ter trabalho sempre, as pessoas já me conhecem”. Ficou não sei quanto tempo sem trabalhar e teve de ir fazer fotocópias para uma papelaria. Eu tinha 21 ou 22 anos e achei “estou a fazer ‘O Programa da Maria’ agora toda a gente já me conhece, estou na televisão e não há muitos negros a fazer isto, então, claro que vou ter muito trabalho”. Bem dito bem feito. Acho que depois disso fiquei meio ano sem trabalhar e tive de ir fazer outras coisas. Foi muito duro. E há algo que acontece na televisão, que é quando as pessoas te vêem parece que já és de tal maneira intocável que te vêem ao balcão da Zara, a vender roupa, e ficam “estavas a fazer ‘O programa da Maria’, o que estás aqui a fazer?” E quando ouves isto 20 vezes ao dia… Isso foi acontecendo muito regularmente ao longo da minha vida em Portugal. Portanto, era uma formiga, todo o dinheiro que ia fazendo era para guardar porque ficava sempre dois três meses sem trabalhar. E tive uns pais extraordinários porque sempre tive o meu pratinho de sopa em casa, um teto… mas é desgastante.

Todos os atores, se perguntares, a história é a mesma, mas claro que, [ainda mais para] nós negros, principalmente mulheres. Os homens negros têm muito mais trabalho que as mulheres negras. Por exemplo, o Daniel Martinho tem 60 e tais anos, encontra-me uma mulher com a mesma idade… Não tens. Nós desistimos. Vamos para as limpezas, voltamos “para a nossa terra”… Já os homens, alguns, graças a Deus, estão sempre a trabalhar.

©Bantumen

Ser negro em Portugal é quase uma sessão de reclamação…

É isso. E às vezes em entrevistas, tento desviar o tema. E digo sempre que se não dá aos filhos quanto mais aos enteados. Mas é a cultura, é ingrato pertencer ao setor da cultura em Portugal. É duro. Se forem atores, olha sai. Aprende línguas e sai. E lá porque sabes atuar na tua língua materna, não quer dizer que saibas atuar noutra língua. É toda uma aprendizagem que terás de iniciar. O Ângelo Torres diz que “somos atores sazonais”. Olha, agora precisam de um preto… Se calhar nem era preciso fazer o conservatório (risos).
[E para teres uma ideia,] agora fiz castings para filmes em que as pessoas não escreveram para um negro mas, na altura do, disseram “sim, vamos ver essa pessoa”. A minha alma ficou parva.

Mesmo em relação aos papéis que vêm de Portugal, a maior parte foram escritas para uma pessoa negra. É um problema. As pessoas ainda não conseguem ver além da cor. Devia ser: o melhor ator na sala fica com o papel. Como aqui [em Inglaterra]. O papel que fiz para a self tape era para um homem branco. E fui escolhida. A diretora de casting teve a visão de abrir aquele papel para toda a gente.

E como é que funciona a cena da maquilhagem, do cabeleireiro… Em Portugal e aí?

Passei por uma situação há vinte e tal anos. Não tinha uma base para mim. Ficava sempre um bocado verde. É daqueles traumas que vais acumulando ao longo da tua vida inconscientemente, até hoje. Por exemplo, fui para Cannes, o filme tinha um budget para cabelo e maquilhagem mas eu levei tudo. Mas a maquilhadora e a cabeleireira, tinham trabalhado aqui no Reino Unido e tinham tudo. Porque aqui, por causa da instituição Equity, dos atores e técnicos, se estão pagar para tratar do cabelo de um negro, eles têm de perceber e saber. Eles perguntam “Mina, qual é a sua base? Para tratar do cabelo, o que prefere, o que está a utilizar?” É uma série de perguntas e preocupações antes de se começar. E quando não sabem, eles contratam alguém como assistente que perceba. Ou vais a alguém da tua confiança e eles pagam. Por causa da Equity, que é um sindicato, se há algo que não te agrade ou que está fora das regras do mercado ou que é aceite como regra para se trabalhar, fazes um telefonema e no dia a seguir aparece.

O que me magoa em Portugal é que as pessoas não reconhecem que não sabem. “Olha eu não sei trabalhar com o teu cabelo. A produção não tem dinheiro para pagar outra pessoa, ensina-me”. A Sónia Seabra, na Plural, houve essa preocupação, de resto, não quero ser injusta, mas houve casos em que partiram-me o cabelo todo. Eu só via o meu cabelo no chão.

Por norma, quando um ator nacional está no estrangeiro a trabalhar, tu vês a imprensa a falar “o nosso filho está ali a fazer isto e aquilo”. Tu sentes esse reconhecimento?

Eu sou filha mais velha. Nunca foi um problema para mim. Não estou nem aí. Só quero trabalhar. Não quero ser amada, venerada por Portugal. Façam isso com o Ronaldo, ele merece. Eu quero trabalhar, quero que, quem de facto precisa ver-me, o negro do bairro, o negro que acabou de fazer o curso e que está a pensar ir para as obras… Esses, quero que me vejam e que pensem que é possível. Eu vim de um bairro social, estive na fundação de uma associação para mostrar aos jovens do meu bairro que é possível. Não quero ser inspiração para ninguém, cada um com o seu caminho na vida, mas se um miúdo ou uma miúda do meu bairro me tomarem como inspiração, o meu caminho está feito.

Tenho colegas que estão ressabiados e amargos porque Portugal não lhes dá o crédito devido. É uma armadilha o que o nosso país, inconscientemente, faz aos Welkets [Bungé] ou às Minas da vida. “Olha o tal foi e está em todo o lado e tu também foste e não estás em lado nenhum”. Não caio nessa. Sou portuguesa, cresci na tuga e sei como é. Olha, não me dói. Aplaudo os meus colegas, quero que cheguem cada vez mais alto. Comecei agora a ver “Rabo de Peixe” e vi o “Glória”… São duas séries que estão ali na Netflix e que me dão orgulho de ser portuguesa. E quero mais. Mas já não caio nessa da amargura.

Achas que não há esperança para a igualdade entre o português negro e o português branco?

Claro que há. Eu estive ao lado do Jude Law (risos). Sei que há muita gente que nos quer fazer acreditar que vamos sempre ser uns desgraçados, mas não. Não há nada que me impeça de ser o que eu quiser. Nasci num país livre. Não há negro nenhum em Portugal que não possa ser o que ele quiser. Não podemos ouvir certas vozes que nos querem relegar para o papel de vítimas e de coitados. Não dá. Eu não quis. Se calhar passa por sair de Portugal. Se tiver que ser… Agora, quero voltar, sim. Mas quero muito trabalhar em Angola, Moçambique, Cabo Verde, quero muito. Porque, às vezes, também passa por ir para sítios para onde te dão valor e que precisam de ti. Às vezes estamos obececados por Portugal.

Olhas para Angola ou São Tomé como potenciais mercados para os teus futuros projetos?

Completamente. Eu e o Ângelo Torres, junto com o Banda à Parte, que é uma produtora do norte, vamos iniciar a pré produção de uma longa. Será a primeira longa feita em São Tomé. E quero mais. Há tanto talento e em Portugal, dentro da nossa panóplia de cores, de sotaques, de origens… É uma riqueza. E se não formos nós a fazer não vai ser feito nunca. E também não podemos exigir que o homem branco conte histórias de negros. Não é a mesma coisa.

*Esta entrevista foi publicada no âmbito da parceria com a Bantumen.

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