Já é conhecido o mais recente vencedor do Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura, este ano atribuído a Teresa Aica Bairos pela tradução para língua portuguesa da obra  “Sartor Resartus – Vida e Opiniões de Herr Teufelsdröckh” (1836), do escocês Thomas Carlyle.

O trabalho de Teresa Aica Bairos foi selecionado entre 19 candidaturas e distingui-se pela tradução “escrupulosa e fluente, muito anotada e muito legível”, de acordo com as palavras do júri, em comunicado.

Pedro Mexia, escritor e crítico, Jorge Reis-Sá, poeta e editor, e Joana Matos Frias, professora universitária, compuseram o painel de jurados que nesta 6º edição decidiu ainda atribuir uma menção honrosa a Miguel Mochila, pela tradução para a língua portuguesa de “Canto Errante”, do poeta nicaraguense Rubén Darío.

O galardão, atribuído desde 2015, tem uma periodicidade anual e visa distinguir, rotativamente, trabalhos nas áreas de atuação onde Vasco Graça Moura mais se destacou, tais como, na Poesia, no Ensaio e na Tradução. Para além do valor pecuniário, o Prémio Imprensa Nacional/Vasco Graça Moura contempla ainda a publicação da obra vencedora.

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Texto de Bárbara Dixe Ramos
Fotografia de Nuno Ferreira Santos, Público