"Essenciais" é o nome do ciclo que junta "profissionais das artes" a "profissionais essenciais", no Teatro do Bairro Alto (TBA), já a partir do dia 28 de setembro. Estabelecem-se diálogos, partilham-se inquietações e questiona-se o que é, afinal, o essencial. A única certeza é que no palco, como no público, as coisas não serão como antes.

“Qual é a essência daquilo que fazem? O que têm em comum, o que as separa? Como vivem a pandemia, o confinamento, o desconfinamento? O que mudou, o que tem de mudar? O que lhes falta de essencial?” são algumas das questões lançadas pelo TBA que lançou o convite a quatro profissionais da cultura que, por sua vez, convidaram quatro trabalhadores essenciais. 

A performer e criadora Andresa Soares convidou Olga Cunha, encarregada geral de um lar de terceira idade; Lila Fadista (vocalista de Fado Bicha) convidou Alice Azevedo (atriz, ativista e operadora de call center); a poeta, performer e investigadora Raquel Lima partilha o diálogo com a sua mãe, Maria Palmira Joaquim, auxiliar de geriatria; e o artista transdisciplinar Welket Bungué estará com a deputada Joacine Katar Moreira.

Os quatro momentos essenciais estão divididos por temas: Arredar, por Andressa e Olga; Tágides, exemplares, por Lila e Alice; Essencial é a Fome, por Raquel e Maria Palmira;  e mudança, por Welket e Joacine. Em cada diálogo terão como pano de fundo a pandemia, mas irão mergulhar noutros temas (não tão óbvios) que os unem.

No dia 28 de setembro, e até 31 de outubro, estarão disponíveis para um mergulho do público no YouTube, redes sociais e website do TBA. Sabe mais, aqui.

Texto de Carolina Franco
Fotografia de @Inês Subtil

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