O Teatro Municipal de Bragança reabriu as portas ao público no início do presente mês. O reencontro traz uma nova temporada.

O regresso do equipamento cultural implica nova programação, preparada em “permanente articulação com Artistas, Companhias, Parceiros e Técnicos”, afirmam. De acordo com João Cunha, Diretor do Teatro Municipal de Bragança, o Teatro “cuidou reprogramar Artistas e Companhias, que, no passado recente, viram cancelados espetáculos previstos”, em consequência da pandemia, lê-se em comunicado.

A temporada arranca este fim de semana com a segunda edição do “Música na Paisagem”, um evento de interpretação musical, que procura envolver a natureza e os habitantes. A entrada é livre e serão vários os momentos musicais ao ar livre. O primeiro decorrerá no Jardim da Lagosta Perdida, à luz da vela, hoje pela 20 horas. Amanhã, o ponto de partida é no Largo da Roçada, pelas 11 horas, estando o último espetáculo agendado para as 16h30 na Igreja.

A programação continua no dia 9 de setembro com uma criação colectiva da Companhia do Chapitô – “Napoleão ou complexo de Épico”. Nesta peça, a companhia procura “entender o homem que foi Napoleão e o fenómeno em torno de si criado”, procurando os reversos da história, já que “todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa”, lê-se em sinopse. O TMB acolhe ainda no dia 12 de setembro Custódio Castelo Trio para apresentação do projeto “Amália no Mundo”. Além de um concerto comemorativo, ficará ainda patente uma exposição e a apresentação de um livro.

O primeiro mês da temporada fecha com a Companhia de Dança de Almada, em “A Quiet Moment”, uma criação de Bruno Duarte. Chegam ao fim também os Dead Combo, num espetáculo enquadrado na tour que marcará o final desta história a dois.

O Teatro Municipal de Bragança, na voz do seu Diretor, deixa o apelo: “Com entusiasmo pelos caminhos a que estas ‘viagens’ nos levarão, seja ‘ator’ e venha ao Teatro Municipal de Bragança VER, OUVIR e SENTIR…”

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Texto de Bárbara Dixe Ramos
Fotografia via Câmara Municipal de Bragança

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