“Tristeza e Alegria na Vida das Girafas” de Tiago Guedes, realizador do premiado filme “A Herdade”, tem estreia marcada para o dia 21 de novembro. O filme conta a história de uma menina de 10 anos que atravessa a cidade de Lisboa em busca da única pessoa que a pode ajudar: o primeiro ministro (lê a sinopse abaixo).

Tristeza e Alegria na Vida das Girafas – Trailer

Este filme baseia-se na peça de teatro homónima do encenador e produtor Tiago Rodrigues. Conta as interpretações de Maria Abreu, Tónan Quito, Miguel Borges, Miguel Guilherme, Romeu Runa, Gonçalo Waddington, entre outros. A banda sonora é de Manel Cruz, vocalista e compositor da banda Ornatos Violeta.

A antestreia de “Tristeza e Alegria na Vida das Girafas” deu-se no IndieLisboa 2019. Estreou-se internacionalmente na competição mexicana Guadalajara International Film festival; e também foi apresentado no brasil, em outubro, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Esta é a quarta longa metragem de Tiago Guedes. “A Herdade” (2019) foi a terceira – distinguida, este ano, com o Prémio Bisato d’Oro para Melhor Realização no 76.º Festival de Cinema de Veneza. As outras duas são “Entre os dedos” (2008) e “Coisa Ruim” (2006).

Cartaz da estreia do filme “Tristeza e Alegria na Vida das Girafas” –  21 de novembro

Sinopse: “Tristeza e Alegria na Vida das Girafas” conta história de uma menina de 10 anos que atravessa a cidade de Lisboa em busca da única pessoa que pode ajudá-la: o primeiro ministro. A perceção da realidade social e política é desafiada, através da voz de uma criança que apresenta um trabalho escolar e empreende a tarefa enciclopédica de tentar explicar o mundo.  Desse estranho mundo chamado Lisboa fazem parte a crise económica, a aventura heroica de um urso de peluche com tendências suicidas chamado Judy Garland, o Discovery Channel, um pantera-negra, o dicionário escolar da editora Sampaio, o dramaturgo russo Anton Tchekhov e uma menina alta demais para a sua idade, a quem a mãe chamava girafa. Mergulhado nas trevas esperançosas do imaginário infantil, esta história revela medo pelo que as crianças pensam e raiva pelo que os adultos fazem.

(em actualização)

Texto de Maria Costa
Imagem – Cortesia de Helena César

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