Os 24 municípios do Minho promovem, ao longo de um ano, uma série de residências artísticas através do programa “Amar o Minho”.

O consórcio Minho Inovação, responsável pela iniciativa, e pelo reforço da identidade cultural da região, através da dinamização artística do território, anuncia inúmeros “projetos de arte em espaço público, artesanato, fotografia, música, dança e literatura”.

Entre as residências estão dezenas de artistas nacionais e estrangeiros, com agenda marcada até ao fim do primeiro semestre de 2021. Os responsáveis pela curadoria do projeto são Helena Mendes Pereira, diretora da zet gallery, encarregue pelas áreas da arte em espaço público, artesanato e fotografia; e ainda António Rafael, membro da banda Mão Morta, responsável pelos projetos na área da música, dança e literatura.

Adaptado às novas circunstâncias, esta iniciativa procura agora responder à situação de emergência social em que se encontra a comunidade artística. De acordo com a organização, este é “um caminho para dinamizar a programação cultural neste tempo novo e, em alguns casos, colmatar vazios de programação que acontecerão inevitavelmente nos municípios durante este verão”.

A primeira vaga de residências tem início marcado para o próximo mês de junho, com iniciativas da artista plástica Xana Abreu, em Famalicão, e da pintora Mónica Mindelis, em Guimarães, a propósito do dia do município.

Texto de Bárbara Dixe Ramos
Fotografia disponível em Pixabay

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