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“Um dos grandes nomes do cinema avant-garde americano” vai à Cinemateca

A Cinemateca Portuguesa vai abrir as suas portas nos próximos dias a “um dos grandes autores do cinema avant-grande norte-americano”. De 24 a 31 de maio, Erni Gher vai andar pelo número 39 da Rua Barata Salgueiro, em Lisboa, para “apresentar um conjunto de filmes que realizou entre o final dos anos de 1960 e o presente”.

Trata-se, explica a Cinemateca, numa nota publicada no seu site, de um dos mais completos programas dedicados à obra deste realizador fora dos Estados Unidos da América. Em causa estão, pois, 31 filmes, que serão organizados em sete sessões, a começar esta terça-feira. Por exemplo, já esta tarde, será possível ver “Morning”, de 1968, e “History”, de 1970, entre outros.

Do programa, consta também uma conversa com o cineasta Erni Gher, “em que se discutirá mais aprofundadamente a sua obra”. Este debate está marcado para este sábado, dia 28 de maio, pelas 19h00.

Convém explicar que o programa está dividido em duas partes. Uma consagrada ao trabalho de Erni Gher em película, que “inclui títulos famosos como ‘Serene Velocity’, ‘Eureka’ e “Side/Walk/Shuttle’”. “Com uma única exceção, todos os filmes realizados em película serão apresentados em cópias recém restauradas pelo MoMA – Museum of Modern Art, ampliadas para 35mm”, destaca a Cinemateca.

E outra dedicadas às obras realizadas por meios digitais, “que revelam a exploração de um novo conjunto de questões e procedimentos, mas que prolongam os propósitos do trabalho anterior”. De notar ainda que vários dos filmes mais recentes são estreias mundiais, garante o organismo que acolherá este ciclo.

“Da mesma geração que Michael Snow e muito influenciado por uma sessão de filmes de Stan Brakhage, a que assistiu em 1966 e que esteve na origem da sua vontade de fazer cinema, Gehr começa a filmar de seguida, apresentando uma obra extremamente singular”, sublinha a Cinemateca, a propósito desta retrospetiva.

Sobre a obra de Erni Gher, esse organismo salienta ainda: “A importância da luz, das texturas, a relação entre a imagem fixa e o movimento, a exploração da dilatação da duração em filmes em grande parte mudos, em que se valoriza o que é próprio do filme em detrimento da representação, são algumas das características de um cinema que, refletindo sobre a materialidade e os primórdios desta arte, muito tem retratado a arquitetura e o quotidiano das paisagens urbanas e as suas transformações”.

A programação pode ser encontrada online.

Texto por Isabel Patrício
Fotografia de Geoffrey Moffett via Unsplash

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