1974, Serrana Gouveense convertida em tripeira, mãe da Gabi, mulher de um arquiteto, editora, fotógrafa, instagramó-dependente, chocoólica, minimalista, amante da Ásia, queijos e caril; lagares de azeite e bolos de bolacha.

A viver no meio de câmaras e fotografias desde que nasceu, graças ao bisavô. Começou a fotografar com uma câmara de plástico oferecida numa assinatura da Time - não podia mexer na Leica do avô. Hoje já pode mexer, mas prefere o Iphone. Não passa um dia sem fotografar, mas gostava era de passar o dia nisso. As rotinas matam-na, mas fotografias não, são sempre diferentes - um dia minimal, o seguinte explosão de elementos.

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