Através do som é possível redescobrir-se, ao londo do um mês, as cidades de Lisboa, Almada e Barreiro. A proposta é da EUFONIA – Sound, Art & Science que até ao fim de outubro está a dinamizar o projeto Circuitos Sonoros, que acontece simultaneamente em Berlim, e que pretende inspirar "a reflexão e o pensamento sobre as dinâmicas sociais dos espaços públicos da Área Metropolitana de Lisboa".

De forma gratuita, através de códigos QR, colocados, em locais públicos, por 36 artistas, estão disponíveis ao todo 29 narrativas sonoras, com as quais se abrirá uma nova paisagem urbana, em Cacilhas, Xabregas/ no Beato, na Graça, em Alfama, no Barreiro e no Príncipe Real, desenvolvidas pel’A Bela AssociaçãoAssociação Arroz EstúdiosCamaleãoLinha Amarela – Produções e pela Zaratan – Arte Contemporânea, respectivamente.

A Zaratan – Arte contemporânea estará presente nas freguesias de Santo António, Misericórdia e Estrela, com Bárbara Bulhão, Boris, Martins Nunes, Fernando Fadigas, Pascal Ansell, Violeta Lisboa, André Sier, Luís Fernandes. Já o circuito da Camaleão levará os artistas emergentes Jhon Douglas, Anaïs Thinon, Tempura the Purple Boy, Javisol, Luiz Gabriel Lopes, Criatura e Gabriel Pepe para os bairros de Graça e Alfama.

Por sua vez o Arroz Estúdios junta Ghost Department, Halison Peres, Chaby, Lourenço Luís e Vicente Booth na zona de Xabregas e A Bela Associação, dará som à zona de Cacilhas, em Almada, com as criações de Jonny Kadaver, Mariana Tengner Barros, Tiago Rosário, Dj Mee_k. e Sister Ra.

Finalmente a Linha Amarela – Produções unirá cinco pontos do Barreiro, três inseridos na Baía do Tejo e dois no centro da cidade, através de criações artísticas de George Silver e Opus Pistorum.

Texto de Ricardo Ramos Gonçalves
Fotografia de Nalau Nobel via Unsplash

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