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Já são conhecidos os seis finalistas dos Prémios Novos Artistas Fundação EDP

Já foram desvendados os seis finalistas do Prémio Novos Artistas Fundação EDP. AnaMary Bilbao, Dealmeida Esilva, Diana Policarpo, Henrique Pavão, Isabel Madureira Andrade e Mónica de Miranda são os escolhidos para integrar a exposição da 13.ª edição do Prémio, em maio de 2019.
A tarefa de escolher seis entre mais de 530 candidatos ficou à responsabilidade de Inês Grosso, Sara Antónia Matos e João Silvério, os curadores da exposição. As obras de AnaMary, Dealmeida, Diana, Henrique, Isabel e Mónica são novas e produzidas para a exposição-concurso, na qual o vencedor final será escolhido por um júri internacional.
O Prémio Novos Artistas Fundação EDP foi criado em 2000 com o intuito de dar uma mão a artistas emergentes, expondo o seu trabalho e atribuindo um prémio monetário ao vencedor. A oportunidade dá-lhes a possibilidade de trabalharem com a orientação de um curador, no contexto de um museu, e desenvolver e materializar ideias que, sem uma oportunidade deste tipo, não teriam passado do papel.
Entre os nomes dos vencedores desde a primeira edição encontram-se Joana Vasconcelos, Leonor Antunes, Vasco Araújo, Carlos Bunga, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, João Leonardo, André Romão, Gabriel Abrantes, Priscila Fernandes, Ana Santos, Mariana Silva e Claire de Santa Coloma.

 

Quem são os seis finalistas?

AnaMary Bilbao

Nasceu em Sintra, mas tem raízes espanholas, como quase se podia adivinhar pelo apelido. Frequentou os cursos de Pintura e Cinema / Imagem em Movimento na Ar.Co entre 2007 e 2009, e está a tirar o doutoramento em Estudos Artísticos - Arte e Mediações entre a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa e a School of Arts - Birkbeck, University of London (Department of Film, Media and Cultural Studies), o que a faz viver entre Lisboa e Londres. É bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) desde Setembro de 2015.
Há obras suas em coleções públicas portuguesas, como a Coleção António Cachola e a Coleção de Arte Contemporânea Figueiredo Ribeiro, e em coleções privadas entre Portugal, Espanha, França, Alemanha e Brasil.

Dealmeida e Silva

Nasceu nos anos oitenta em Lisboa, cidade que partilha com Zurich atualmente. O ano de 2010 foi de mudança para si; acabou a licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e mudou-se para a Alemanha, onde ficou até 2017 com passagem por Hamburgo, Berlim, Leipzig e os Alpes. Em 2011 integrou uma residência artística organizada pela e-flux com o artista Liam Gillick, em Basel.
O seu trabalho já foi exposto em Portugal, na Alemanha, na Suíça, na República Checa e nas Filipinas.

Diana Policarpo

A vida de Diana divide-se (ou completa-se) entre as artes visuais e a música, enquanto compositora. A música eletroacústica e a performance multimédia tem sido as áreas em que se tem debruçado, investigando no seu trabalho as relações de poder, cultura popular e política de género.
Estudou música no Conservatório Nacional de Música de Lisboa e Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (ESAD). Após a licenciatura tirou um mestrado em Artes Visuais pelo Goldsmiths College, em Londres.
O seu trabalho já foi exposto individualmente em Portugal, na Alemanha e em Inglaterra e, num contexto coletivo, nos mesmos países e ainda na Austrália, nos Estados Unidos e na Holanda.

Henrique Pavão

Henrique vive e trabalha atualmente em Lisboa. Concluiu a licenciatura em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2013 e no ano seguinte ganhou uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian que lhe permitiu frequentar o mestrado em Artes Visuais na Malmö Art Academy, entre 2014 e 2016, sob a orientação do artista dinamarquês Joachim Koester.
Em 2016 ganhou o prémio Edstrandska Stiftelsens Stipendium, a propósito da sua exposição de fim de mestrado — “Fallen Between Cracks”, na KHM Gallery Malmö. No mesmo ano esteve nomeado para o prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves e recebeu uma bolsa da Royal Academy of Arts de Estocolmo.
Já teve exposições individuais em Lisboa, no Porto e em Malmö, e coletivas em Coimbra e Estocolmo.

Isabel Madureira de Andrade

Nasceu nos Açores mas foi estudar para Lisboa, na Faculdade de Belas-Artes. Desde 2014 tem participado em diversas exposições coletivas no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, no Museu Medeiros e Almeida e na Sociedade Nacional de Belas-Artes, os três em Lisboa. “Indícios” foi a sua exposição individual, também em Lisboa, na Fundação Portuguesa das Comunicações & Galeria Bessa Pereira.
O trabalho de Isabel está incluido na coleção da Fundação Portuguesa das Comunicações, na coleção da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em coleções privadas.

Mónica Miranda

Mónica estudou Artes Visuais pela Camberwell College of Arts em 1998, em Londres, e doutorou-se na Universidade de Middlesex em 2014, na mesma cidade. Recebeu bolsas de doutoramento e pós-doutoramento da FCT, e atualmente é investigadora de Pós-Doutoramento no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa.
Participou em várias residências artísticas — “Artchipelago” (Instituto Francês, Ilhas Maurícias, 2014); “Verbal Eyes” (Tate Britain, 2009), “Muyehlekete” (Museu Nacional de Arte, Maputo, 2008) “Living Together” (British Council/ Iniva, Georgia/London 2008) — e co-fundou o projeto Hangar em 2014, um centro de residências artísticas em Lisboa.
Já expôs individualmente em Portugal, no Reino Unido e na Holanda, e em coletivo em Itália, São Tomé e Príncipe, Mali, França, Espanha, Emirados Árabes e Malásia.

A exposição inaugura na galeria da Central 1 no dia 15 de maio, ao mesmo tempo que decorre a ARCOlisboa, e mantém-se até outubro de 2019. Podes ler a restante programação do MAAT, aqui.

Texto de Carolina Franco
Fotografias de Fundação EDP

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