O festival que pela terceira vez consecutiva decorre no Mosteiro da Batalha, desta vez à porta fechada, tem transmissão online agendada para o dia 27 de junho. 

Tal como nas edições anteriores, o mote é celebrar as origens da música portuguesa e o património nacional. Para isso, os espetáculos e concertos serão feitos a partir das Capelas Imperfeitas e do Claustro Real do Mosteiro. 

Este ano a organização viu-se obrigada a adaptar o modelo e o programa do Festival, que normalmente decorre ao longo de quatro dias e junta 15 músicos e grupos convidados. Neste terceira edição, Manel Cruz e Luís Portugal são os dois nomes confirmados, de quatro atuações anunciadas para o final de tarde do dia 27.

Em declarações à agência Lusa, Eduardo João, responsável pelo festival, diz que o programa já estava praticamente fechado quando se viram obrigados a repensar tudo. Poderiam ter optado por cancelar o Artes à Vila, mas com o mote de que #aMúsicaNãoPodeParar, Eduardo João acredita que vivemos “numa altura em que todo o apoio que se possa dar a este setor é imprescindível”.

Fazem ainda parte do cartaz outras atividades, tais como conferências e workshops. O cartaz será divulgado em breve, bem como a plataforma onde poderá assistir ao Artes à Vila. Até lá as inscrições já podem ser feitas aqui.

Texto de Bárbara Dixe Ramos
Fotografia de Artes à Villa, edição 2019

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