Está a decorrer até sexta-feira, dia 10 de julho, a segunda edição da MAPS – Mostra de Artes Performativas de Setúbal, que no total vai proporcionar duas dezenas de espetáculos de diferentes expressões artísticas, em vários locais da cidade.

Num ano de pandemia, a mostra apresenta uma uma programação composta inteiramente por performances nacionais de múltiplas manifestações artísticas. Os espetáculos são gratuitos e abordam temas como a igualdade de género, a liberdade, o consumo, o trabalho ou a corporalidade.

Depois da abertura oficial no passado dia 2 de julho, e de um conjunto de espectáculos que têm decorrido em vários espaços de Setúbal, a mostra prossegue esta quinta-feira, dia 9, pelas às 21h30, na Praça de Bocage, com a instalação/espetáculo Asas d’Areia, da companhia sineense Teatro do Mar, que funde o vídeo documental e o conceptual com o circo contemporâneo, nomeadamente a arte do equilíbrio, no arame e na corda bamba, a dança e as formas animadas.

Antes, pelas 19h00, o certame proporciona, no espaço A Gráfica – Centro de Criação Artística, uma conversa sobre “Ser artista emergente na linha do Sado”, dinamizada pela Revista FOmE. No mesmo local mantém-se patente a exposição CTRL + ALT + ERROR, também com curadoria da FOmE, em continuidade com uma instalação do artista João Fortuna.

A MAPS encerra no dia seguinta, sexta-feira, às 19h00, em A Gráfica, com Movimento Zebra, projeto de formação teatral do Teatro O Bando, que integra “Setúbal, Território Intercultural – Conceção e Implementação do Plano Municipal para a Integração de Migrantes”, cofinanciado pelo Fundo Asilo, Migração e Integração.

Tendo em conta o contexto atual, cada espaço de apresentação terá uma lotação limitada, de acordo com as regras e as medidas delineadas pela Direção Geral de Saúde. Assim sendo, será necessário efetuar reserva obrigatória para os diversos espetáculos e momentos de apresentação através deste email.

Texto de Ricardo Ramos Gonçalves
Fotografia de Dina Rito Photographer do espetáculo Asas d’Areia

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