Janeiro, cantor e compositor, é natural de Coimbra e é uma das grandes novidades do Pop nacional. Depois de passar pelo palco da Eurovisão, a convite do Salvador Sobral, lançou o seu LP de estreia, “Fragmentos”, onde nos conta várias histórias da sua vida. Revela influências do Bossa Nova, Jazz e música eletrónica. Com uma simplicidade e forma de ver a vida muito especiais, este cantor é também uma pessoa que gosta de dar o seu tempo ao outro, contrariando as efemeridades do dia-a-dia.


Caminhando pelo jardim da Gulbenkian, o Janeiro disse-me que costumava vir para este jardim treinar. Por isso, fomos à procura do local onde o fazia. Chegados a um pequeno riacho delimitado por umas rochas, percebemos rapidamente que não poderíamos fazer o jogo ali, ou correríamos o risco de o tabuleiro de jogo cair na água. Por isso, fomos para um banco de pedra ali perto. Sentamo-nos, explico-lhe as regras da Pergunta da Sorte e o Janeiro lança o dado que nos manda avançar 5 casas indo parar à casa da Pergunta da Sorte, em que posso fazer a pergunta que escolher na altura. Começamos em beleza comigo a escolher a primeira pergunta para o Janeiro.

Pergunta da Sorte: O teu LP de estreia, Fragmentos, foi apresentado como um resumo da tua história de vida até aqui. Podes escolher então uma música deste teu último trabalho e falares do fragmento dessa história?

Janeiro (J): Hum… Olha, por exemplo, Manhã. É uma música que eu escolhi para fechar o disco, porque fala muito sobre o facto de eu ser notívago. Por Manhã se calhar as pessoas podiam pensar que eu estava a falar das manhãs, mas estou a falar das noites que são mais o dia a começar. Digo isso na própria canção. O disco é muito autobiográfico, é um retrato de como é a minha vida. Aquilo começa a dizer “roubas tempo ao dia com uma noite que não precisas, tens a cabeça a latejar com discursos confusos, perdes horas a tratar de assuntos difusos”, e é isso. É um bocadinho o meu retrato notívago. Queria que o disco começasse com se não tens nada para dizer toma coisas para viver e que acabasse com esta noite que é mais dia a começar.

Andreia Monteiro (AM): Muito bem! Podemos então continuar.

O Janeiro volta a lançar o dado e sai o número 6. Vamos parar a mais uma Pergunta da Sorte. Parece que gosta desta casa - mais uma, mais uma - diz-me ele.

J: Eu gosto dessas!

AM: É porque ainda não viste as outras (risos).

Pergunta da Sorte: Quando vieste para Lisboa estudar para o Hot Clube e tirar o curso de musicologia, qual foi a coisa que mais te surpreendeu ou desafiou?

J: Acho que o que me desafiou mais quando cá cheguei foi a exigência das pessoas, que era muito diferente. A forma como as pessoas se punham todas elas numa coisa, estás a ver? Acho que foi assim que aprendi a dar tudo de mim próprio numa coisa. Uma coisa tão específica como uma canção, um disco ou filme. Conheci imensa malta de todos os lados, desde atores a realizadores. Porque em Coimbra acabava por estar mais fechado num círculo de amigos que já conhecia, então não dava para expandir. Acho que foi essa exigência que as pessoas têm com elas próprias que foi mais desafiante.

AM: Mas achas que isso era uma coisa característica de Lisboa ou da área artística?

J: Acho que é isso, acho que é a área artística. Também estás a ir para uma metrópole, uma capital. É muito mais multicultural. Acho que se fosse para Londres me acontecia a mesma coisa. A cena de vires de uma cidade pequenina para ires para uma cidade enorme, cheia de coisas a acontecerem.

À espera de mais coisas acontecerem está o nosso dado que se adianta, 1 casa à frente, para a Carreira, onde as cartas revelam perguntas sobre a vida profissional da artista.

J: Ui, está na merda. A minha vida profissional está na merda, não acontece nada… (risos)

AM: Olha que não parece! Tens aqui um álbum…

Carreira: O que gostavas de fazer que ainda não tiveste oportunidade de concretizar?

J: Gostava de estar numa ilha com dez mulheres à minha volta…

AM: Profissionalmente? (risos)

J: Não (risos). Olha profissionalmente gostava muito de ter um Coliseu cheio à minha frente a cantar as minhas canções. Um concerto do início ao fim, estás a ver? Assim em vez de conhecerem só o single, que a malta conhecesse todas as canções e que estivesse cheio de convidados. Acho que um dos meus objetivos agora é encher assim um Coliseu.

AM: Vais conseguir!

J: Vamos ver, vamos ver. Se fizer mais entrevistas do Gerador pode ser…

AM: Ah, então pronto! Tudo tratado.

Fechado o negócio, mas antes de ir encantar com as suas músicas para o Coliseu, passamos, 3 casas à frente, numa Pergunta Rápida, onde temos cartas com perguntas de sim ou não que têm de ser respondidas sem pensar muito.

Pergunta Rápida: Fá ou Dó?

J: Fá.

AM: Incrível! Todos os músicos que entrevisto escolhem Fá e eu também escolheria o Fá. Não sei o que se passa. Ou ninguém gosta do Dó, ou então não sei.

J: Eu acho que o Dó é bué mainstream, estás a ver? Fá é assim aquela coisa…

AM: Fá é bué bonito. Sou apaixonada pelo Fá!

J: Fazes música também?

AM: Ahhhh… não.

J: Não se pode dizer, não é?

Pois, às vezes o melhor é não dizer nada mesmo. Ficamos assim e seguimos jogo! Desta feita o dado manda-nos avançar 5 casas e vamos parar a um Sê Criativo, a casa que lança um desafio que o convidado tem de resolver de forma criativa.

Sê Criativo: Faz o trecho de uma música com as 5 palavras que te vou dizer.

J: Então, de repente, componho uma canção?

AM: Sim! Ou então podes pegar numa que já existe e depois fazes um trecho.

J: Isso é lixado pah!

Inspirando-me no ambiente em que se desenrolou este jogo, e enquanto o Janeiro batucava nas suas pernas, escolhi as seguintes palavras: janeiro, azul, porque era a cor ele me que disse gostar mais, manhã, sessions (com a proibição de usar a expressão Janeiro Sessions) e fragmentos. Começou por me dizer que o tinha lixado com o sessions, que é difícil de rimar. Antes de nos cantar a sua melodiosa composição, o Janeiro escrevinhou a sua letra por entre confissões de que queria fugir às coisas cliché:

Letra da música escrita pelo Janeiro

Podes ouvi-la aqui:

AM: Pronto está perfeito! Podes usar no teu próximo disco. Ou melhor, no Coliseu! Estreia no Coliseu! (risos)

J: Depois digo, ‘epah houve um dia que, não sei se conhecem a Andreia’…

AM: Claro… Toda a gente vai dizer, ‘ah claro que sim! Quem não conhece?’ (risos)

J: A do Gerador e tal.

Deixando-nos de piadas, o dado manda avançar mais 1 casa e vamos a mais uma Pergunta da Sorte.

Pergunta da Sorte: Numa das “Janeiro Sessions” fala-se da tua maneira de veres a vida. Que maneira é esta?

J: Acho que se há uma palavra para isso é leve. Tento levá-la de forma descomprometida e tentar não levar as coisas demasiado a sério, porque nem sabemos se isto é real, não é? (risos) É verdade! Acho que há uma ideia coletiva das coisas e isso torna-as normais. Mas nenhum de nós sabe se este layer é real ou não, ou se importa assim tanto. Nenhum de nós sabe o que é a morte, por isso acho que devemos levar a vida da forma mais leve e divertida possível e não levar as coisas demasiado a sério.

AM: Acho que isso é uma coisa comum a muitos músicos, o levar um dia de cada vez.

J: Mas não é uma questão de ser um dia de cada vez. É mais de pores a tua energia no presente, sabes? Cada vez mais vivemos em tempos em que tudo é efémero. Em que eu agora estou aqui a falar contigo e se calhar não te dou tanto tempo, porque estou aqui a ver uma mensagem, ou um Whtasapp, ou Instagram. Tento que isso que isso seja uma máxima na minha vida, retirar tempo para cada pessoa e coisa que estou a pensar. Acho que é isso, viver o presente. Mas não é o cliché de viver o presente e viver um dia de cada vez. Não. Pensar sobre as coisas, ser exigente relativamente às coisas e levar a vida a sério q.b., mas perceber que isto pode ser a brincar, percebes?

Dando continuação à brincadeira, o Janeiro volta a lançar o dado e sai o número 3. É altura de mais um Sê Criativo.

Sê Criativo: Pensa no teu maior defeito. Agora desenha-o e eu adivinho qual é.

J: Desenhar um defeito? (risos) Ainda por cima sou ótimo a desenhar.

AM: Que bom!

J: Era uma piada.

AM: Eu percebi (risos).

Sem saber para onde se virar, o Janeiro lá se jogou ao desenho, que ficou pronto muito rapidamente e sem deixar dúvidas.

Desenho do maior defeito por Janeiro

AM: Acho que já sei o que é!

J: É só uma palavra.

AM: Preguiçoso.

J: É isso!

AM: E tens uma música no teu novo disco que se chama Preguiça, não é?

J: Isso sou eu a tentar romantizar o facto de ser preguiçoso.

AM: Personificando numa mulher, não é?

J: Sim, sim. Por acaso, essa história é gira. Eu personifico um dos meus piores defeitos no corpo de uma mulher e digo “danças singela na minha rua e eu sem te querer agarrar entras pela janela e ficas quase nua, menina preguiça, praga do meu lar”. Como se ela entrasse por minha casa…

AM: És uma vítima, no fundo.

J: Isto sou eu e sou uma vítima (risos).

AM: As mulheres são uma desgraça! (risos)

Ainda a rir, voltamos a lançar o dado que nos manda avançar 1 casa, indo parar a uma Pergunta da Sorte.

Pergunta da Sorte: Como relembras as noites em cafés a cantar covers?

J: Fogo, que merda meu! (risos) Acho que isso diz tudo logo. Não, havia uma parte de felicidade. Mas acho que isso é um bocado a sina do músico. Perceberes que tens de passar por aí, ou então explodes logo, não sei. Agora com aqueles programas uma pessoa pode logo explodir e nem passar por essa cena. Mas eu acho que me deu alguma estaleca para poder aguentar agora estes concertos. Há muitos concertos agora que são feitos com backing track, ou seja, com cenas lançadas. Eu tento que os meus concertos não sejam assim, que seja tudo tocado, tudo orgânico e que sintas que se eu estou num dia mau, o concerto foi mau. Que saias de lá e percebas que eu estava num dia mau, acho que isso é a cena importante da música. Mas voltando ao que me estavas a perguntar, vejo com felicidade. Por acaso há uma história gira. Da primeira vez que eu toquei num bar, estive a tocar para aí duas horas e meia e cheguei ao final do concerto e ele vai para me pagar e eu não queria. ‘Não, não. Não sabia que me ias pagar, eu faço isto pela música, porque adoro música. Mas já que queres pagar, eu não vou aceitar’. E do dono do bar, ‘não, não, tens de aceitar. Estás a tocar há duas horas e meia, tens de aceitar’. ‘Pronto eu aceito, mas faço isto por amor à música’ (risos).

É altura de fazer o dado rolar. 5 casas à frente temos mais uma Pergunta da Sorte.

Pergunta da Sorte: Como é o teu processo para compores músicas?

J: É sempre diferente, por acaso. Na maioria é tipo gestão de recursos, ou seja, gravei uma melodia no telefone, depois tenho algum poema que vou buscar a um caderno antigo. Só me aconteceu numa canção que está no meu EP a letra sair assim toda tipo vómito, deitar tudo cá para fora. Normalmente não me acontece assim. Normalmente vou buscar pedaços, tipo tenho aqui um fragmento de uma coisa, depois um pedaço dali e depois junto. Mas é um processo meio dúbio.

AM: Mas estás à procura da canção perfeita?

J: Estou sempre à procura da canção perfeita.

AM: O que é a canção perfeita?

J: Acho que não existe, não é? Acho que é essa busca incessante de tu te superares a ti próprio. A busca pela canção perfeita é isso. É tu tentares encontrar sempre novos caminhos melódicos e harmónicos para surpreenderes as pessoas.

AM: Eu acho que até existe a canção perfeita, mas é efémera. É perfeita naquele momento. Já me aconteceu ouvir uma música e fazer um click na minha vida. Então, essa música foi perfeita naquele dia, porque era o que eu precisava de ouvir.

J: Sim, a arte tem muito a ver com o contexto, sabes? A forma como estás a olhar para as coisas. Hoje em dia olhas para um quadro e não é a mesma coisa que na semana passada, porquês estás diferente. Ou um livro! Às vezes falam das minhas referências literárias e eu falo do Principezinho e a malta fica assim meio espantada, normalmente a malta mais velha. ‘O Principezinho? Opah, és mesmo puto!’ E não sou, porque o Principezinho é um livro transversal a todas as idades e isso é a cena mágica da arte. É essa abertura da interpretação. Isso é que é genial.

AM: E também acontece uma coisa fixe na música que é os compositores entrarem numa onda em que todos tocam as músicas uns dos outros. Isso também é muito bom.

J: Ah claro, muito fixe! Até porque isso faz com que as pessoas conheçam depois o outro compositor. Por exemplo, se eu estiver a cantar uma canção do Nacarato, ou se o Salvador estiver a cantar uma canção minha, se calhar mais pessoas vão ouvir o disco. Isso é uma coisa muito boa. Isso acontecia no movimento de Bossa Nova no Brasil. Acontecia o João Gilberto estar a interpretar coisas do Jobim, depois a Elis Regina estar a interpretar coisas de Jobim também e interpretarem-se todos uns aos outros. É muito fixe.

Voltando a lançar o dado este faz-nos avançar 5 casas, indo parar à casa da Carreira.

Carreira: O que menos gostas de fazer na tua profissão?

J: Há uma coisa muito chata que é quando tens de acordar às 7h da manhã para ires àqueles programas da manhã que têm imensas senhoras com laca que parecem que são todas iguais. E eu penso, ‘epah estas senhoras não podem estar bem’ (risos). Têm aquele spray e dizem-te, ‘parabéns’, e eu, ‘obrigado’. É mesmo estranho. Sem estar a dizer nada contra esses programas, mas é super estranho. Acordas e estás num espaço meio surreal. O que menos gosto de fazer são os programas da manhã.

Cada vez mais perto do final do jogo, o dado dita que avancemos novamente 5 casas. Desta vez, calha-nos na rifa a casa do Pessoal, onde as cartas fazem perguntas sobre a vida pessoal do artista.

Pessoal: O que mais repudias numa pessoa e o que mais gostas?

J: Olha isso respondo-te já! O que mais repudio numa pessoa… sabes aquelas pessoas que para se elevar rebaixam os outros?

AM: Sim.

J: Epah, isso é das coisas que eu mais detesto numa pessoa. Acho que quando demonstras mais insegurança possível é quando uma pessoa está a rebaixar alguém para se elevar. Odeio essa merda e sempre fiquei chateado e triste com essas pessoas. O que mais gosto acho que é a bondade. Uma pessoa ser querida. Eu não estar preocupado se a pessoa vai ser maldosa de repente. Uma bondade inerente.

Testando a bondade do dado este manda-nos avançar 4 casas, indo parar a uma Pergunta da Sorte.

J: Mais uma tua. É fixe, porque eu gosto das tuas.

AM: Estou a ter muitas minhas, não costuma acontecer. Então, vamos falar de uma das coisas que fazes que eu mais gosto.

Pergunta da Sorte: Como é que surgiu a ideia de lançares as “Janeiro Sessions” no YouTube? E quando temos a próxima?

J: Posso dizer-te que a ideia surge funcionando um bocado como porto de abrigo. Sou uma pessoa muito orgânica, no sentido em que quero muito comunicar com as pessoas. Gosto muito de sentir as pessoas e falar com elas. Então estava a sentir que, ao entrar na indústria e fazer um videoclipe, mesmo que fosse uma sessão sem falar com a pessoa ia ser meio estranho, pouco orgânico. Funciona quase como um porto de abrigo para eu puxar as pessoas para o meu lado e dizer, não, não, se calhar, estou a lançar um videoclip, mas também tenho este meu lado em que estou sentado com uma guitarra a beber um vinho e a conversar com uma pessoa. A ideia surge aí, para puxar esse lado intimista e poder comunicar com os artistas que estão à minha volta. No fundo, são os meus pares. A malta que admiro e gosto. Para responder à outra cena que me perguntaste, eu não gosto que saiam sessões forçadas, sabes? Por isso é que eu não tenho um calendário. Se eu tivesse uma cena mensal ia acabar por fazer aquilo infeliz, então é por isso que demoro tanto tempo entre cada uma, para cada uma ser especial. Acho que as pessoas vão sentir isso. Por isso é que não posso dizer quando sai a próxima (risos).

AM: Que chatice! (risos)

Voltando a lançar o dado, avançamos mais 4 casas, chegando novamente a uma Pergunta da Sorte. Parece que esta casa tem mesmo um gosto especial pelo Janeiro! Ele confessa que gostava que saísse um Sê Criativo para podermos gravar um vídeo, por isso viro a carta dessa casa e percebo que tal não aconteceria. Parece que não posso fazer a gentiliza de passar a um desafio de vídeo.

Pergunta da Sorte: Qual foi a última pessoa com que te cruzaste e com quem sentiste uma empatia imediata?

J: Por acaso acho que foi uma amiga do Nacarato, do Porto. Nós conhecemo-nos e foi assim uma magia logo. Adoro quando isso acontece. Isso vai acontecer-te muitas vezes na vida e espero que aconteça. É incrível quando sentes essa empatia com a pessoa e parece que já a conheces há 10 anos. Quando parece que o teu corpo faz parte do corpo da outra pessoa, é mesmo fixe a sensação.

Depois de uma sensação tão agradável é tempo de voltar a ver que manha o dado nos reserva. Uma casa à frente vamos parar à casa do Pessoal.

Pessoal: Qual foi a coisa que te disseram que mais te marcou até hoje?

J: Não sei se esta é a que mais me marcou até hoje, até porque eu não me lembro de quase nada da minha vida para trás (risos). Nunca me lembro da minha vida. Mas esta é uma coisa que costumo falar e que me marcou muito enquanto músico e pessoa, que foi o facto de o Marcelo Camelo, de quem sou um grande fã, chegar ao pé de mim no Festival da Canção e dizer, ‘Janeiro essa canção é das canções mais bonitas’. Senti mesmo que ele gostou da canção e que foi uma coisa verdadeira e eu comecei a chorar. Sou um bocado chorão. Foi das coisas que mais me marcou até agora, ele ter dito que tinha gostado da canção.

Mesmo, mesmo na reta final voltamos a lançar o dado que nos manda avançar 4 casas. E adivinhem lá onde fomos parar? Claro, a mais uma Pergunta da Sorte.

J: Mais uma tua!

AM: Claro… (risos). Queres trocar por outra qualquer? Se quiseres podes!

Foi mesmo esse plano que seguimos. O Janeiro escolheu uma Pergunta Rápida.

Pergunta Rápida: Copo meio cheio ou meio vazio?

J: Meio cheio!

Chegamos, por fim, à Casa Gerador, a casa final do jogo, onde o entrevistado irá responder a uma pergunta da convidada anterior e deixar uma pergunta para o próximo. Ainda se lembram da pergunta da Sara Barros Leitão? “O que é que tu vais fazer para salvar o mundo?”. Podes rever a pergunta da Sara aqui.

Vê o vídeo em baixo para saberes qual a resposta do Janeiro e a pergunta que deixou para o próximo convidado da Pergunta da Sorte! Vemo-nos em breve! ;-)

Entrevista por Andreia Monteiro