De 15 a 17 e de 19 a 24 de janeiro a "A nossa cidade”, pelo coletivo Auéééu, Os Possessos e Teatro da Cidade e o espetáculo de Thornton Wilder assinalam o regresso do Teatro do Bairro Alto (TBA) à casa de partida - a sua sala no Rato, em Lisboa.

Não se trata de uma casa, não é no Bairro Alto e tem um novo programador de música, Yaw Tembe. Depois das obras nos bastidores e de dois meses no Lux Frágil chegou a hora de "reprogramar-se".

"Agora talvez mais do que nunca, cada espetáculo que estreia é um documentário da nossa vida comum. E uma conquista ", lê-se no comunicado do Teatro.

Nos últimos anos o TBA contou com diversas participações e espetáculos, cumprindo uma "singular etiqueta respiratória. Agora é tempo de inspiração.", afirmam.

A programação inicia-se com “Dançar na fronteira”, que regressa à sala que, durante mais de 40 anos, acolheu o Teatro da Cornucópia.

Segue-se Arkbro “Chords for guitar”, a 29 de janeiro, um espetáculo musical com Ellen Arkbro.

A 02, 03 e 04 de fevereiro, no Centro em Movimento, em Lisboa, o discurso de Amador Savater dá o mote a uma oficina de trabalho intitulada “A libido do capital (e a nossa)”.

A programação conta ainda com oficinas de trabalho a partir do autor de “Filosofia e Ação”, um espetáculo musical com Sei Miguel Trio, a 25 de fevereiro.

As histórias do Experimental fecham a programação trimestral, com André e. Teodósio/Teatro Praga, que apresentam “O Outro Teatro: teatro experimental em Portugal”, a 27 de março.

Texto de Patrícia Silva
Fotografia via Unsplash

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