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Famalicão está a construir uma Torre de Babel para exposição itinerante de Serralves

O concelho de Vila Nova de Famalicão vai produzir uma “peça artística de arte comunitária”, a…

Texto de Carolina Franco

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O concelho de Vila Nova de Famalicão vai produzir uma "peça artística de arte comunitária”, a propósito da exposição itinerante A minha casa é a tua casa: imagens do doméstico e do urbano na coleção de Serralves. A Casa do Território vai abrir-se à comunidade para a conceção do projeto que se vai dividir em duas sessões de trabalho — a primeira que já aconteceu no dia 10 de fevereiro de tarde, e a segunda marcada para o dia 14 de abril. 

O conceito da exposição explora o doméstico e o quotidiano no centro das preocupações dos artistas e das obras escolhidas, propondo e questionando as diferentes interpretações que se pode ter de “casa”. Sobre a peça comunitária, Joana Brito, diretora do Centro Artístico – A Casa ao Lado e orientadora artística do projeto, diz que "Dentro do contexto do que é uma casa, que cumpre a função de albergar e proteger, e da ideia de ter uma comunidade a trabalhar em conjunto na construção de uma sociedade, a peça a produzir vai partir do conceito da Torre de Babel”. 

A Torre de Babel que será, nas palavras de Joana Brito, "uma intervenção artística social em que cada participante vai decorar um tijolo maciço com padrões de cor”, vai juntar-se às obras de 12 artistas que integram a coleção de Serralves, entre eles José Pedro Croft, Pedro Cabrita Reis, Gil Heitor Cortesão, Ângela Ferreira e Luís Palma, que já estão na Casa do Território desde o dia 1 de outubro. A peça vai ser construída numa lógica de site specific — especificamente para o local em questão — e a inauguração está prevista para o dia 1 de maio, no Parque das Devesas. A Torre de Babel vai permanecer no parque depois do dia 2 de junho, o dia em que a exposição deixa de estar patente. 

A minha casa é a tua casa: imagens do doméstico e do urbano na coleção de Serralves surgiu como resultado de uma parceria entre a Fundação de Serralves e o Município de Famalicão, que acabou por aderir ao Conselho de Fundadores da Fundação de Serralves. A concepção da peça comunitária surgiu no seguimento da parceria da autarquia local com o Centro Artístico – A Casa ao Lado

Centro Artístico – A Casa ao Lado surgiu em 2005 em Vila Nova de Famalicão pela mão de Joana Brito e Ricardo Miranda com o intuito de desenvolver valências de ensino, experimentação e intervenção com vista à promoção do conhecimento e sensibilização artística. Segundo a descrição do projeto no site oficial, tem procurado, desde o início da sua formação, associar-se a projetos que "permitam assegurar o cunho artístico intervertido nas comunidades, consagrando a sua marca e primando pela autenticidade”. 

Sabe mais sobre o Centro Artístico – A Casa ao Lado, aqui

Texto de Carolina Franco
Fotografia de ©Diana Correia/CMVNF

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