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“Só eu escapei”, de Caryl Churchill, no Teatro Aberto

Com encenação de João Lourenço, a peça propõe uma reflexão sobre o estado do mundo à escala global, abordando as questões climáticas e as consequências devastadoras que têm no planeta. A estreia está marcada para este sábado, dia 7 de novembro, na Sala Azul.

"Só eu escapei" é uma versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos do texto da conceituada autora britânica Caryl Churchill e que "lança um aviso dos perigos das catástrofes recorrentes", lembrando que "é tempo de mudar modos de ver e agir para que a terra permaneça habitável".

Em palco, contracenam as atrizes Catarina Avelar, Lídia Franco, Márcia Breia e Maria Emília Correia. "Quatro mulheres encontram-se no jardim de uma casa a conversar. Conversam sobre o quotidiano, a família, os empregos que tiveram, as mudanças que foram ocorrendo no lugar onde vivem e, também, sobre os seus desejos e medos mais profundos. A placidez dos dias no jardim é entrecortada por visões apocalípticas do futuro do planeta e da humanidade. Como será a vida na terra, assolada pelo fogo, o degelo, a seca, a fome e os desvarios de uma evolução que perdeu de vista a dimensão humana, a preservação das espécies e a beleza da natureza?", pode ler-se na sinopse na peça.

Local: Sala Azul do Teatro Aberto, Lisboa
Horário: quartas, sextas e sábado às 19h, quintas às 19h, e domingos às 16h
Preço: 17 euros (bilheteira online)
Fotografia de Catarina Avelar

Só eu escapei no Teatro Aberto

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