Nos próximos dias 30 e 31 de agosto e 1 de setembro Elvas é tomada de A Salto pelo quarto ano consecutivo. Depois de uma edição zero concretizada com sucesso, o evento foi reunindo vários olhares sobre o município que direta ou indiretamente vão criando diálogos entre si. 

Foram quinze projetos artísticos que fizeram as honras do A Salto, numa “tomada artística da cidade de Elvas”. Os espetáculos foram tão distintos quanto o Sermão de Santo António aos Peixes de aBruxa Teatro, na Igreja das Domínicas — uma peça que evoca o verdadeiro sermão à luz da atualidade — e Sampladélicos, o projeto de música e vídeo que junta Tiago Pereira e Sílvio Rosado. 

A edição de 2017, que decorreu de 28 a 30 de julho, acolheu 16 grupos de artistas. A sessão de abertura fez-se com o lançamento da revista Flan A Salto e a programação compôs-se com projetos vindos de pontos geográficos tão distintos quanto Lisboa, Setúbal, Mindelo, Beja, Porto, Guarda e Loures. 

A terceira edição foi um passo para a maturidade que o evento começou a construir. Tal como na edição anterior, foram reunidos projetos cujos criadores provêm de diferentes pontos do país, como Vila Nova de Milfontes, Fátima, Lisboa, Bragança, Palmela ou Porto. Além de juntar criadores emergentes, o festival abriu espaço para projetos já conhecidos do público se adaptarem ao contexto, como o 48h Film Project que apresentou Curt(a)salto ou a Escola das Mulheres com o ciclo de leitura Da Voz Humana.

Em 2018 a Doc Vozes fez A Saltar Muralhas, um documentário sobre o festival 

Este ano a maturidade apura-se e deixa que vivam em Elvas novos olhares. Sabe mais sobre a edição deste ano do A Salto, aqui.

Texto de Carolina Franco
Fotografia de Susana Chicó disponível via Facebook

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