A escritora e historiadora de arte vai participar na conversa “Mais de um ano de pandemia. Que consequência para a cultura?”, pelas 15h00 do dia 20 de maio, juntamente com o escritor e ilustrador, Afonso Cruz e o fundador da sua própria galeria, Nuno Centeno.

Emília Ferreira dirige, desde Dezembro de 2017, o Museu Nacional de Arte Contemporânea. É licenciada em Filosofia, mestre e doutora em História da Arte Contemporânea, investigadora integrada do IHA/FSCH/NOVA, investigadora associada ao projecto Social Sciences and Humanities Research Council, University of Victoria, British Columbia, Canadá e investigadora associada ao CIEG/ISCSP-ULisboa. É Historiadora de Arte, Curadora, Educadora pela Arte, Autora de Ficção.

É autora de vários livros e centenas de textos sobre museus, educação, arte e artistas portugueses, entradas de dicionários e capítulos de livros nacionais e internacionais. É co-autora, com Cristina Gameiro dos 10 volumes Arte Moderna e Contemporânea: A minha primeira coleção (Lisboa, A Bela e o Monstro, 2014).

É co-editora com Raquel Henriques da Silva e Joana d’Oliva Monteiro, do Dicionário Quem é quem na museologia portuguesa. Lisboa: Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Nova, 2019 e 2021; e co-editora com Carlos João Correia de Aesthetics, Art and Intimacy. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2021. 

De 20 a 22 de maio vamos tentar responder à pergunta "Há uma nova oportunidade para a cultura agora?", dando voz a nomes como David Throsby, Gonçalo M. Tavares, Ana Jara, Welket Bungué, Emília Ferreira, Nuno Centeno, Beatriz Gomes Dias, John Romão, Martim Sousa Tavares e muitos outros.

Vais poder assistir a concertos, debates, performances, entrevistas, masterclasses e ter acesso a um recinto totalmente virtual com espaços que vão desde os palcos à restauração, passando pela sala onde podes conviver com outros festivaleiros. Descobre tudo na página principal do Oeiras Ignição Gerador.

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