O artista volta a reunir a banda para uma atuação no dia 18 de junho, pelas 20h30, no Palco Gerador. Prepara para o Oeiras Ignição Gerador uma performance entre o acústico, o eletrónico e a lírica que tão bem o caraterizam.

Com apenas dois LP’s editados – o independente e bem recebido “Cara d’Anjo” (2015, Gente Records) e o aclamado “Luís Severo” (2017, Cuca Monga/Sony Music) – Luís Severo era já um dos cantautores de canções mais consensuais da sua geração. Desde a edição do disco homónimo na primavera de 2017 percorreu Portugal sozinho até ao verão de 2018, no qual passou pelos principais festivais em formato banda.

Em Maio de 2019 lançou integralmente e sem qualquer aviso “O Sol Voltou”, outra vez pela Cuca Monga em parceria com a Sony Music. O terceiro disco chegou com o choque concordante entre o acústico e o electrónico, contendas conciliantes líricas e pleno de contrastes imagéticos, fazendo Luís Severo afastar-se do que já por si foi feito sem nunca perder o centro que o particulariza.

Passado um ano a apresentar “O Sol Voltou” com um formato arrojadamente solitário, Luís Severo volta a reunir a banda – Diogo Rodrigues, Bernardo Álvares e Catarina Branco (que substitui Manuel Palha) – dando às suas músicas uma textura mais próxima das que tão aprimoradamente produz em estúdio.

Créditos – Fotografia de Martim Braz Teixeira

De 18 a 20 de junho vamos tentar responder à pergunta Qual o futuro da cultura e da criatividade? dando voz a nomes que admiramos como Vhils, Salvador Sobral, Margarida Pinto Correia, Rui Horta, Capicua, Chef Kiko, Clara Não, André Gago, Sara Barros Leitão, Benjamim, Constança Entrudo, Matilde Campilho ou Carla Maciel, num total de mais de 40 cabeças de cartaz.

Vais poder assistir a concertos, debates, performances, apresentações, masterclasses e teres acesso a um conjunto de loucuras que revelaremos em breve, porque decidimos reinventar a forma de viveres um festival online 😊 Descobre tudo na página principal do Oeiras Ignição Gerador.

No Gerador sentimos a responsabilidade de pensar, questionar e agir sobre a cultura e a criatividade. Sabemos que somos incompletos nesta missão sem os artistas, os autores e os técnicos que nos rodeiam. Por isso, consideramos fundamental remunerar quem desafiamos. Quer seja quando fazemos eventos presenciais, quer quando mergulhamos no mundo digital. 

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