Desafíamos a bailarina Carlota Rodrigues e o artista Grutera a unirem forças e apresentarem uma performance em que a dança e a música surgem de mão dada, à distância. Depois deste dueto explicam o processo de criação do momento em direto e respondem a eventuais questões do público.

Reage ao vídeo já aqui em baixo ;-)
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Quando o vídeo do dueto terminar podes ainda juntar-te aos artistas numa conversa em direto no nosso canal de youtube. Basta clicares aqui e pelas 18h44 vais poder colocar questões à bailarina e ao músico e perceber melhor o processo de criação deste vídeo. Aproveita ainda para subscrever o nosso canal de youtube e seguir de perto todas as nossas loucuras.

Um bilhete para a cultura

Cultura para matar o bicho é uma iniciativa do Gerador que promete levar, diariamente, um conjunto de momentos culturais até tua casa, promovendo as mais diversas áreas, entidades e pessoas ligadas à cultura portuguesa.

Todas as iniciativas culturais diárias que estamos a fazer no nosso site são gratuitas para o público mas remuneradas para os artistas que nelas participam. Apoia-nos e contribui para que continuemos a levar a cultura portuguesa a todos, através do donativo que podes fazer já aqui do lado esquerdo :-)

Se gostas destas iniciativas fica por aqui, o resto da semana está também recheado de cultura aqui no nosso site. Desde duetos em direto com artistas de áreas culturais diferentes, passando por mesclas ao vivo, a leituras encenadas sempre às quintas-feiras, até a workshops de tudo o que pode ser útil para casa. Descobre aqui o nosso plano semanal para levar a cultura a casa de todos. E sabe mais sobre o compromisso do Gerador para os próximos tempos aqui.

Carlota Rodrigues iniciou os seus estudos em dança na Escola de Dança do Conservatório Nacional. Dos 16 anos aos 20 termina a sua formação como bailarina profissional no Bolshoi Ballet Academy em Moscovo, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalha desde 2017 com a Companhia Instável, participa em “Cisnografia” no Teatro Sao luiz, em produções do Teatro Nacional de São Carlos como “Capoletti e Montequie”, e no “Dom Quixote” com a Companhia Nacional de Bailado e, desde 2019, trabalha com o Projeto Dança em Diálogos, dançando as peças “Tudo quanto vi…” e “O Primo Basílio”, recentemente apresentado em Nova Iorque.

Guilherme Efe começou a tocar em bandas de metal, mas descobre que tocar guitarra clássica, à sua maneira, pouco ortodoxa, é a coisa mais simples e fácil que já alguma vez aprendeu a fazer. Em 2012 grava Palavras Gastas e entra para os Novos Talentos FNAC, um álbum que, hoje em dia, o envergonha. Em 2013 grava O Passado Volta Sempre no Mosteiro de Cós, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o primeiro. Em 2015 grava Sur Lie na Herdade do Esporão, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o segundo. Em 2020 lança um novo disco, Aconteceu, um disco sobre o que aconteceu nos últimos 5 anos. Espera que este não o envergonhe.