A 38ª edição do Festival de Almada está à porta e, desta vez, com uma forte aposta em produções internacionais, como já vem sendo habitual. A grande aposta é “Maria Calas - Letras e memórias”, interpretada por Mónica Belucci e apresentada no Centro Cultural de Belém.

Na programação nacional estarão algumas peças que já circularam em teatros nacionais, algumas delas com bilheteiras esgotadas, como é o caso de “Aurora Negra” e “Fake”. No que toca a peças internacionais acrescentam-se ainda “Miguel de Molina”, de Espanha, “Histórias da Violência”, da Eslovénia, ou “Molly Bloom”, da Bélgica. 

Em entrevista recente ao Gerador, Rodrigo Francisco, diretor artístico da Companhia de Teatro de Almada e programador do Festival de Almada, disse que esta edição estará muito focada no 50º aniversário de existência da companhia. 

À semelhança do que tem acontecido há já duas décadas, o festival divide-se entre Almada e Lisboa, estando presente em salas como o Fórum Romeu Correia, a Incrível Almadense, a Academia Almadense, o Teatro-Estúdio António Assunção, em Almada, e o Centro Cultural de Belém e o Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. 

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Fotografia disponível via CCB