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“New Age, New Time”, um encontro dedicado à dança

Do dia 13 a 28 de novembro, o Teatro Viriato abraça a 9ª edição da…

Texto de Patricia Silva

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Do dia 13 a 28 de novembro, o Teatro Viriato abraça a 9ª edição da mostra de dança New Age, New Time (NANT).

Com cerca de oito atividades - entre elas três estreias e uma antestreia - o encontro dedicado à dança pisa o palco do teatro, para dar vida à reflexão do movimento. Esta comemoração conta com diversos artistas, coreógrafos de renome, nacionais e internacionais, e ainda coreógrafos em inicio de carreira.

A abertura desta nona edição destaca a participação de São Castro e António M. Cabrita, diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro, que apresentam “Sinais de Pausa”, no dia 13 de novembro. O espetáculo, com uma segunda sessão no dia 14, marcando assinala o regresso dos coreógrafos e bailarinos à interpretação. A estreia será complementada com uma conversa com Zeferino Coelho, editor da Caminho/Leya e do próprio Saramago durante quarenta e cinco anos, no dia 14 de novembro, no Café do Teatro.

Outra estreia que assinala a mostra é a do jovem coreógrafo João dos Santos Martins. "Coreografia" é um dos trabalhos mais recentes do coreógrafo, inspirado no tratado de Raoul Feuillet, teórico de dança francês do século XVIII. João, procura construir uma dança que se reflete em texto ou escrever um texto que se comove numa dança.

"FAUSTLESS" é também um dos espetáculos que se destaca. A peça coreográfica de Margarida Belo Costa reflete o papel da mulher enquanto protagonista de vários episódios no percurso de um homem que pode ser conduzido "dramaticamente" entre o bem e o mal. Aborda ainda a questão e o contexto social em que diversas vezes a mulher é colocada.
Margarida, parte do estímulo e convida estas personagens femininas a visitarem a contemporaneidade e a questionar o seu papel histórico.

O documentário "Nada Pode Ficar", realizado por Maria João Guardão, apresenta a sua antestreia no NANT, instalando um encontro de "resiliência" e "celebração", tal como se lê no comunicado.
O documentário interroga a possibilidade da criação a partir da destruição. A ação principal centra-se numa experiência de um mês intenso no número 55 da Rua Poço dos Negros, em Lisboa.

A programação conta ainda com a performance "O que Fazer Daqui para Trás" de João Fiadeiro e o espetáculo "TIMBER" uma criação da Companhia Instável e do Drumming GP que propuseram um desafio ao coreógrafo Roberto Olivan.

A oficina de encontros "Lugares do Público na Dança Contemporânea", acontece novamente, este ano, com a orientação de Paula Varanda.

Tal como Patrícia Portela, diretora artística do Teatro Viriato, afirma em comunicado a dança fala "sempre do encontro físico, e em tempo real dos corpos. Abordar isto em plena pandemia é radical, é necessário, dói, e é bonito”.

Os bilhetes para a mostra estão disponíveis aqui.

Texto de Patrícia Silva
Fotografia de Olivia Bauso via Unsplash

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