O artista musical vai participar no painel “O que muda no consumo da cultura?”, pelas 16h00 do dia 18 de junho no Palco Oeiras, juntamente com a artista Grada Kilomba, a atriz e jornalista Margarida Pinto Correia e o diretor da Fundação José Saramago, Sérgio Machado Letria. Em março de 2020 a pandemia do covid-19 paralisou o setor da cultura. Espaços, artistas e programadores foram obrigados a reinventar-se e encontrar novas formas de criar, apresentar, programar e, até, consumir cultura. Como definir a fruição cultural do futuro?

O cantor e compositor português estudou Psicologia no Instituto Superior de Psicologia Aplicada de Lisboa, mas a enorme paixão pela música levou a melhor. Depois de ter passado pelos Estados Unidos e de 4 anos em Barcelona para estudar jazz na prestigiada escola Taller de Musics, regressou a Portugal para o lançamento do seu primeiro disco em nome próprio – Excuse Me.

Um ano depois da estreia de Excuse Me Salvador Sobral é convidado pela irmã Luísa Sobral a interpreter uma canção sua no Festival da Canção em Portugal. “Amar Pelos Dois”, com a qual venceu o Eurovision Song Contest 2017 com a melhor pontuação de sempre no certame, é hoje uma das canções mais ouvidas por toda a Europa.

Após a triunfante vitória em Kiev, Salvador Sobral tornou-se num dos músicos mais desejados do público português e internacional, tendo sido premiado com um EBBA Award, que distingue músicos emergentes na cena artística europeia. Em 2017, lançou o disco Excuse Me (Ao Vivo). Tem sido aclamado pelos mais distintos artistas do mundo inteiro: de Caetano Veloso a Jammie Cullum, muitos têm sido os ecos que se repetem acerca da sua autenticidade e talento enquanto compositor e intérprete.

Créditos – Fotografia de Tomás Monteiro

De 18 a 20 de junho vamos tentar responder à pergunta Qual o futuro da cultura e da criatividade? dando voz a nomes que admiramos como Vhils, Salvador Sobral, Margarida Pinto Correia, Rui Horta, Capicua, Chef Kiko, Clara Não, André Gago, Sara Barros Leitão, Benjamim, Constança Entrudo, Matilde Campilho ou Carla Maciel, num total de mais de 40 cabeças de cartaz.

Vais poder assistir a concertos, debates, performances, apresentações, masterclasses e teres acesso a um conjunto de loucuras que revelaremos em breve, porque decidimos reinventar a forma de viveres um festival online 😊 Descobre tudo na página principal do Oeiras Ignição Gerador.

No Gerador sentimos a responsabilidade de pensar, questionar e agir sobre a cultura e a criatividade. Sabemos que somos incompletos nesta missão sem os artistas, os autores e os técnicos que nos rodeiam. Por isso, consideramos fundamental remunerar quem desafiamos. Quer seja quando fazemos eventos presenciais, quer quando mergulhamos no mundo digital. 

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