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Rescaldo da Semana: os destaques da semana que ainda fervem no Gerador

No Rescaldo da Semana partilhamos contigo as entrevistas, reportagens e notícias que se destacaram nos últimos dias no Gerador.

Texto de Redação

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Jorge Pina: “Vou sempre querer ser melhor, mas nunca melhor do que ninguém”

Jorge Pina destacou-se como atleta de alta competição no pugilismo nacional, tendo vencido vários títulos em vários escalões. Em 2004, perdeu a visão enquanto se preparava para tentar alcançar o título de Campeão do Mundo, o que o levou a desistir desse sonho. Porém, a sua resiliência e força de vontade levaram-no a procurar outras modalidades, como o atletismo, e a fundar, em 2011, a Associação Jorge Pina. Esta tem como objetivo mostrar que o desporto pode ser inclusivo, independentemente da condição física ou social de quem o pratique.

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Tabagismo: quem são os alvos de uma indústria “perversa” que se reinventou?

O tabagismo é o primeiro fator de risco modificável de mortalidade prematura em Portugal. Apesar dos esforços para combater esta epidemia, o aumento do consumo de cigarros eletrónicos e de tabaco aquecido tem feito soar vários alarmes. Estes novos produtos estão em expansão e são a aposta de uma indústria que, garantem os pneumologistas, quer criar novas dependências, através de um “marketing agressivo” e com premissas enganadoras, virado sobretudo para os mais jovens. Defendem por isso uma legislação mais restrita e o aumento da vigilância sobre as tabaqueiras, uma indústria lucrativa, que é acusada de desenvolver hoje produtos “mais tóxicos” e “mais viciantes". Mas há quem vá mais longe e fale mesmo em abolir o consumo às novas gerações – para bem da saúde pública, mas também da economia, do bem-estar social e do ambiente.

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Exploração urbana: o sublime no que fica deixado para trás

Em 28 de março, é celebrado o Dia Nacional dos Centros Históricos, data criada com a proteção do património dos centros históricos em mente. Todavia, Portugal tem muito património ao abandono, e há quem ocupe os tempos livres a visitar estes espaços. A exploração urbana – conhecida como Urbex, de urban exploration – é a procura, inventariação e exploração de espaços abandonados (ou de qualquer lugar onde não seja suposto o cidadão comum estar), quer seja unicamente pela sensação de lá se estar, quer seja para registar a beleza única da ruína. 


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João Gonçalo Soutinho: A nossa floresta nativa “tem imensos problemas de abandono”

A Verde Associação nasce da preocupação com o desaparecimento das árvores de grande porte no município de Lousada, distrito do Porto – quase 10 % em cinco anos. Além de plantar “florestas do futuro”, a organização compensa pegadas carbónicas ao valorizar as “gigantes verdes”. Ao Gerador, o presidente João Gonçalo Soutinho aponta alternativas ao corte das plantas com mais benefícios para os seus proprietários e o planeta.

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Miguel de Barros: “Vivo num país que não suporta imposição em nome da ‘libertação’ da opressão”

A BANTUMEN conversou, via email, com o sociólogo numa entrevista onde são abordados os desafios colocados ao continente africano, a situação da Guiné-Bissau e a forma como os jovens podem contribuir para o desenvolvimento do continente.

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Academia: Programa de Pensamento Crítico Gerador

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Jornalismo Literário: Do poder dos factos à beleza narrativa [online]

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Financiamento de Estruturas e Projetos Culturais [online]

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Criação e Manutenção de Associações Culturais

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Investigações: conhece as nossas principais reportagens, feitas de jornalismo lento

16 fevereiro 2026

Com o patrocínio do governo, a desinformação na Eslováquia está a afetar pessoas, valores e instituições

Ataques a jornalistas, descredibilização da comunicação social independente, propagação de informação falsa, desmantelamento de instituições culturais. A desinformação na Eslováquia está a crescer com o patrocínio dos responsáveis políticos, que trazem para o mainstream as narrativas das margens. Com ataques e mudanças legislativas feitas à medida, agudiza-se a polarização da sociedade que está a prejudicar a democracia e o sentimento europeísta.

17 novembro 2025

A profissão com nome de liberdade

Durante o século XX, as linhas de água de Portugal contavam com o zelo próximo e permanente dos guarda-rios: figuras de autoridade que percorriam diariamente as margens, mediavam conflitos e garantiam a preservação daquele bem comum. A profissão foi extinta em 1995. Nos últimos anos, na tentativa de fazer face aos desafios cada vez mais urgentes pela preservação dos recursos hídricos, têm ressurgido pelo país novos guarda-rios.

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